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A ideologia destruiu a unanimidade da Seleção Brasileira

Nova camisa da Seleção Brasileira, 2026 Foto: Divulgação/Nike
Eu acompanho os jogos da Copa do Mundo desde 1978. Lembro que a Copa de 1982, dirigida por Telê Santana, mobilizou a nação inteira. Naquela época, as ruas se vestiram de verde e amarelo, e o povo unido celebrava cada vitória da Seleção Canarinho.
O que falar então da festa dos títulos de 1994 e 2002? Multidões saíram às ruas festejando o, até então, melhor futebol do mundo.
Pois é, os tempos mudaram. Hoje já não é mais como outrora, pelo fato de o brasileiro encontrar-se dividido por ideologias. Na verdade, a Seleção que antes unia o país, não o faz mais pelo inequívoco fato de que transformaram o Brasil numa plataforma wokista e politicamente correta.
Lucas Paquetá com o novo uniforme da Seleção Brasileira, 2026 Foto: Divulgação/Nike
Infelizmente, já tentaram trocar a cor da camisa para o vermelho, também, colocaram um jogador de basquete na mais tradicional camisa brasileira, além de tentarem desconstruir o nome do Brasil substituindo-o por “brasa” alegando toxidade à nomenclatura deste tupiniquim país.
Caro leitor, lamentavelmente os dias apontam para uma beligerância interna na qual os adversários não são mais as seleções de outras nações, mas sim o próprio povo brasileiro, que agora não pode mais festejar aquilo que os unia e que trazia a sensação de que, pelo menos numa coisa, éramos os melhores do mundo.


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