Nadadoras olímpicas de Polo Aquático Foto: EFE/ Quique García
Finalmente, se fez justiça no mundo do esporte. Kirsty Coventry, presidente do Comitê Olímpico Internacional, ex-nadadora bicampeã olímpica, nascida no Zimbábue, estabeleceu novas regras para as Olimpíadas de Los Angeles em 2028.
A partir de agora fica estabelecido que as categorias de esporte feminino em jogos oficiais olímpicos serão exclusivamente para mulheres biológicas. A decisão veta a participação de atletas transgêneros, visando à proteção da integridade das competidoras femininas.
Essa é uma velha aspiração dos conservadores, que viam nos movimentos progressistas uma inversão de valores que ia contra a lógica, pois um atleta biologicamente homem carrega, na sua compleição física, características que o colocam em vantagem em relação a uma atleta do sexo feminino.
O que torna o esporte admirado por milhões de pessoas é a paridade entre os competidores, inclusive em relação ao peso dos atletas.
De verdade, estou feliz, porque se fez justiça. Agora, esperamos que as próximas competições resgatem a paridade entre os competidores, devolvendo a graça do esporte, tradição desde a Grécia antiga.
Finalizo agradecendo a Deus a graça de termos competições justas e equitativas. E pedindo que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos os atletas do mundo.

