Confira as notícias do dia, por Cícero Moura.
LUTO
A irreverência perdeu um de seus maiores representantes no domingo. A morte de Pedro da Ascron deixa uma lacuna difícil de preencher — não apenas em Rondônia, mas em todo o Brasil.
Foto: Reprodução / Redes Sociais
ALEGRIA
Figura conhecida pelo bom humor e pela capacidade rara de rir de si mesmo, Pedro transformou um tema que muitos evitam em motivo de união, leveza e até orgulho.
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SEM FIM
À frente da Ascron, entidade que ele mesmo definia como “infinita”, costumava brincar que nunca faltariam novos associados. “A demanda é sempre alta”, dizia, com o sorriso no rosto e a ironia afiada.
MENSAGEM
Mas por trás da brincadeira, havia algo ainda mais valioso: a habilidade de aproximar pessoas, de quebrar preconceitos e de mostrar que a vida pode ser encarada com mais leveza — até nas situações mais desconfortáveis.
LEVEZA
Pedro não apenas presidia uma associação curiosa; ele liderava, à sua maneira, um movimento de descontração em tempos tão tensos.
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POPULAR
Amigo, carismático e sempre disposto a arrancar uma gargalhada, ele construiu uma imagem pública que misturava coragem e despojamento.
PERFIL
Assumir, brincar e ainda liderar um grupo com esse tema exige personalidade — e isso nunca faltou a Pedro.
NOVO PRESIDENTE
Agora, fica a pergunta que ele mesmo talvez transformasse em piada: quem terá coragem de assumir esse legado?
SERÁ INSUBSTITUÍVEL?
Quem chegará com o mesmo bom humor, a mesma autenticidade e o mesmo espírito leve para comandar a Ascron?
ÓRFÃOS
Enquanto essa resposta não vem, uma coisa é certa: os “associados” de Rondônia — e por que não dizer, do Brasil — ficam um pouco órfãos.
ÓRFÃOS 2
Órfãos de uma liderança improvável, mas extremamente humana.
ORGULHO
Pedro parte, mas deixa uma lição simples e poderosa: rir de si mesmo pode ser uma das maiores demonstrações de força.
NUNCA VAI ACABAR
E, se depender do espírito que ele cultivou, a Ascron — como ele dizia — seguirá infinita.
NA TV
A entrevista de Pedro da Ascron no meu podcast Espaço Aberto foi um retrato fiel da sua personalidade: leve, irreverente e, ao mesmo tempo, surpreendentemente acolhedora.
PROFISSIONAL
Com o bom humor que lhe era característico, Pedro contou que, mesmo sem diploma, acabava exercendo quase o papel de conselheiro.
PROFISSIONAL 2
“Não sou psicólogo, mas viro uma tala”, brincou, ao destacar a grande procura de pessoas em busca de orientação e apoio.
EFEITO
E, à sua maneira, ele realmente ajudava — mais com palavras simples e risadas do que com qualquer teoria.
MOMENTÃNEA
Durante a conversa, Pedro também resumiu sua filosofia de vida diante das decepções amorosas: a dor, segundo ele, é passageira. “É momentânea”, garantiu, sempre sorrindo.
NADA DE SOFRER ETERNAMENTE
Para ele, não havia espaço para sofrimento prolongado — em pouco tempo, como dizia com seu jeito único, o “chifrudo” já estava pronto para dar a volta por cima e encarar uma “nova galhada”.
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CONSELHO
Entre risos e reflexões bem-humoradas, a entrevista deixou claro que Pedro não apenas fazia piada com a vida — ele ensinava, do seu jeito, a enfrentá-la com leveza.
TIPIFICAÇÃO
Em outro momento, ele citou vários tipos de corno que andam por aí. Corno camarada, que é amigo do Ricardão; corno cebola, que quando vê a mulher com outro só chora; corno geladeira, que leva chifre mas não esquenta; corno cuscuz, aquele que vê e abafa; e assim por diante.
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FRASE
Há uma coragem silenciosa em quem escolhe sorrir quando tudo parece desmoronar.
Fonte: Tribuna Popular

