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A perigosa defesa da legalização das drogas por Gilmar Mendes

Ministro Gilmar Mendes Foto: Antonio Augusto/STF
Nosso país, de tradição judaico-cristã, mantém arraigada a ojeriza a qualquer tipo de droga. Nossos jovens, em sua maioria, ainda mantêm distância desses vícios malignos que destroem famílias e causam uma dependência nefasta, muitas vezes, permanente e irreversível.
Eu, na qualidade de legislador, bato-me com todas as armas disponíveis em meu mandato para combater a descriminalização das drogas, sejam elas quais forem. Não existe droga leve. Todas são uma desgraça na vida do usuário e de suas famílias.
Portanto, nós, formadores de opinião, temos o dever de incutir na sociedade os malefícios que advêm do consumo de drogas, verdadeiro flagelo da sociedade moderna.
Agora, de verdade, me causa uma espécie de revolta ver um ministro da Suprema Corte de nosso país, como o ministro Gilmar Mendes, manifestar-se no sentido de legalizar drogas. Ele se esquece de que países que flexibilizaram suas leis, afrouxando a repressão, colheram consequências graves e, agora, tentam retroceder, retomando a criminalização para reparar o que ainda é possível.
Finalizo pedindo a Deus que ilumine nossas autoridades, para que usem suas prerrogativas em favor da nação, no combate às drogas — e não na defesa de sua liberação — para que tenhamos sempre gerações saudáveis e ordeiras. E peço que Ele derrame suas mais escolhidas bênçãos sobre todos os jovens de nosso país.


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