Julgada por falar de Deus (Imagem ilustrativa) Foto: IAChat GPT
O que aconteceu comigo recentemente; ou melhor, nesta sexta; acende um alerta nacional. Fui julgada por manifestações públicas ligadas à minha fé cristã. Não por lesão a pacientes. Não por fraude profissional. Não por abuso ético em consultório. Mas por falar de Deus e expressar convicções cristãs em ambiente público.
Isso revela algo preocupante: cresce no Brasil uma tentativa de constranger psicólogos cristãos, como se a fé fosse incompatível com a profissão. Não é.
Um psicólogo continua sendo cidadão fora do consultório. Continua tendo liberdade de crença, de expressão, de culto e de opinião. O diploma não cancela direitos fundamentais. O registro profissional não sequestra a consciência.
Quando se tenta punir alguém por declarar sua fé, por pregar como líder religiosa ou por abordar temas humanos também presentes na psicologia, o que está em jogo não é apenas um processo administrativo. É o avanço de uma mentalidade autoritária.
Psicólogos cristãos têm sido tratados, em alguns ambientes, como suspeitos permanentes. Se falam de valores, incomodam. Se citam Deus, incomodam. Se defendem a família, incomodam. Se discordam de agendas ideológicas, tornam-se alvo.
Isso precisa parar!
O Brasil democrático exige pluralismo. A psicologia não pertence a uma corrente política nem a uma visão antirreligiosa de mundo. Há espaço para profissionais seculares, religiosos, conservadores, progressistas e de diferentes linhas de pensamento, desde que atuem com técnica e ética.
O que não pode existir é uma nova caça às bruxas travestida de procedimento administrativo.
Não aceitaremos o silenciamento dos profissionais cristãos. Defenderemos o direito de trabalhar com excelência e viver a fé com liberdade.
Porque quando perseguem um psicólogo por ser cristão, ameaçam a liberdade de todos.

