Ator Juliano Cazarré e o evento para homens O Farol e a Forja Foto: Divulgação/ faroleforja.com.br
Há pouco, o ator Juliano Cazarré, anunciou nas redes sociais um evento chamado O Farol e a Forja, cujo objetivo seria discutir sobre valores e liderança masculina.
O convite feito pelo ator proporcionou por parte dos “artistas” brasileiros uma verdadeira avalanche de críticas e ataques pessoais.
Ora, definitivamente vivemos num tempo extremamente complicado, no qual o ódio disfarçado de tolerância se tornou marca de uma sociedade adoecida.
Na verdade, o que temos visto e testemunhado é uma sociedade que defende a luta contra todas as formas de discriminação, o que não inclui os homens.
Aliás, basta se afirmar, homem, hétero, marido, casado e cristão, além de defender valores relacionados à masculinidade que lá vem ataques.
Infelizmente, vivemos numa sociedade que transformou o homem num tipo de demônio. Nessa perspectiva, os homens têm sido marginalizados, diagnosticados como violentos ou mesmo tóxicos. Junte-se a isso que a paternidade tem sido desvalorizada, e qualquer defesa da masculinidade saudável tem sido rotulada de misógina.
Para piorar a situação, não são poucos aqueles que vencidos pelo feminismo ou mesmo marxismo cultural têm defendido a tese de que a masculinidade, segundo os valores judaico-cristãos, precisa ser desconstruída; e que os grandes males da sociedade hodierna se devem ao patriarcado, o qual consideram tóxico.
Ora, definitivamente vivemos num mundo mal onde conceitos e valores que deveriam reger a sociedade têm sido destruídos de forma sistemática.
Mas, sabe o que impressiona? É perceber que a sociedade, o que inclui parte dos evangélicos, considera isso tudo normal; corroborando com a inversão de valores de um mundo relativista.
“O temporas! O mores!”

