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BOCA DO ACRE ENFRENTA CAOS NO HOSPITAL, NAS UBS, NAS VIAS PÚBLICAS E A PREFEITURA OBRIGANDO MORADORES A MIGRAR PARA OUTRAS CIDADES

MANAUS (AM) – Ninguém pode imaginar o tamanho do caos na saúde, na educação, previdência, segurança, na assistência social, na agricultura e na infraestrutura da cidade de Lábrea deixado nos 16 anos de governos do então comerciante e ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB), principalmente nos últimos anos que precederam a transferência de domicílio dele para o município de Boca do Acre.

 Moradores ironizam infraestrutura oferecida pela Gestão (?) de Frank de Barros
À época, estouraram vários escândalos financeiros e pessoais envolvendo o ex-prefeito, que continua patrocinado pelos deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD) e o senador Eduardo Braga (MDB). Entre os casos mais notáveis – e que repercutem até hoje – foram listados na auditoria nas contas em até R$ 500 milhões o rombo herdado pela nova gestão.

 População nomeia buraco no centro de Boca do Acre de “Açude do Frank de Barros”
A ex-gestão reteve valores não pagos aos trabalhadores da educação (leia-se FUNDEB), não promoveu direitos trabalhistas e da progressão ao funcionalismo tampouco repassou as contribuições dos servidores ao Instituto Municipal de Previdência (LABREA-PREV) incluindo possíveis desvios de recursos estaduais e da União em outros setores, o que rendeu ao ex-prefeito diversas ações judiciais na esfera do estado e da União.

Cidade de Boca do Acre transformada em “lagoa fétida a céu aberto”.
Nesse período, segundo dos ainda em aberto, os tribunais de Contas (TCE-AM e TCU), seguem julgando ao menos 67% do tal das contas referentes aos exercícios apesar das centenas de notificações e processos instaurados por essas Cortes que tentam ressarcir os erários do município, do Estado e da União Federal. Todavia, no campo do TCE amazonense, o ex-prefeito e os ex-secretários que compuseram as gestões anteriores, “continuam transitando com desenvoltura sob uma suposta proteção política de seus patrocinadores”.

 Gean de Barros tenta convencer população de que “adversários são como cobra”. Contra os fatos – todos verdadeiros até a sua presuncão de inocência-, os irmãos Frank e GEAN transformaram Boca do Acre num “CAOS” indescritível.
Para o consultor jurídico João Lemes “esse possível corporativismo ao suposto Imperador do Purus, que esteve sentado na cadeira mais cobiçada pelos grupos políticos do passado e atuais, reflete-se em impunidade aparente aos amigos do Rei ou das raposas que tomam conta dos galinheiros, infelizmente, com o epicentro na Lábrea antiga, onde a saúde, a educação e outros setores explodiram em corrupção e desmandos a fio”.

Flagrante: Descaso total com a educação bocacrense

Como resultado dessa situação,  por um longo período, a população de Lábrea enfrentou dores,  doenças e sofrimento horríveis que jogaram no limbo os que mais precisam do poder público municipal ao seu lado 24 horas, assinalou o consultor à reportagem.

 Comunidade e sitiada pela lama e falta de água 100%potável. Situação aliada ao desleixo considerado “proposital dos irmãos Frank e Gean de BARROS”
Também, nos períodos de governos do MDB municipal, com o caos instalado na rede de saúde a partir da supressão de recursos da saúde não investidos como determinava o Ministério da Saúde (MS), os postinhos dos bairros, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Convivência, Abrigo dos Idosos, os polos de saúde e o Hospital Regional, “quase foram implodidos e só deixaram tristes  lembranças do fracasso nas áreas geridas pela ex-administração”, lembraram pacientes que, atualmente, passaram a ter assistência com maior acessibilidade e celeridade, na cidade e no interior do município.

Depois de deixar rombo de mais de R$ 500 milhões aos contribuintes de Lábrea e avançar, a menos de 1,4 anos sobre o erário bocacrense, sem cerimônia, ostenta nova mansão a céu aberto, supostamente, compra com “salários enquanto prefeito de Lábrea”, no litoral carioca, em Búzios. Só a PF, MPF, Receita Federal, o TCU e a CGU ainda não se importaram com essa gastanca incompatível com os rendimentos auferidos por ele. Por que será, gente?
Diante dos fatos, os registros de dor e sofrimento vivenciados antes durante os governos anteriores, serviram de diagnósticos à atual gestão. A partir de dados disponibilizados, ainda campanha eleitoral de 2024, Gerlando Lopes e João Roberto e equipes, “ficaram indignados com o que encontraram de negativo”. O bastante para hoje, com os Déficits na educação, saúde, assistência social, segurança, transporte escolar (+merenda), agricultura, infraestrutura e na supressão e direitos previdenciários dos servidores, a população gozarem de muitos benefícios.

Com Gean de Barros prefeito, este era o cenário vivenciado no Hospital Regional. Incluindo funcionários com salários atrasados. E a população padecendo a míngua.
Na saúde, o inconformismo dos servidores deu lugar a um ambiente totalmente revitalizado com reformas e ampliação de quase todas as unidades incluindo o Hospital Regional da cidade de Lábrea que, com investimentos corretos por parte da nova administração, retomou as cirurgias eletivas, a UTI aérea para resgate e translado de pacientes, dispensação de medicamentos e no geral, ribeirinhos, extrativistas e indígenas deixaram as dores e os sofrimentos em casa e nas antigas unidades de saúde.

 Só um dos processos de ressarcimento ao erário de Lábrea. Ele acumula duas condenações no âmbito da Justiça Federal: 15 anos por trabalho  escravo e a segunda por desvio de recursos da educação.
MOMENTOS DE RAIVA – Tudo isso ficou no passado, com as queimas de material e inflamável por parte de funcionários do Hospital Regional e nos pontos de coletas de alimentos por conta dos salários atrasados e condições subhumanas para manter o atendimento à população. “Vivenciamos um governo desastrado, descomprometido e irresponsável que, felizmente, transferiu todos esses caos para o município de Boca do Acre’, desabafam servidores que levaram calotes nos salários durante a malsucedida gestão da saúde labreense.

Explodem indignações ao governo (?) De Frank de Barros, em Boca do Acre/AM
Labreenses que vivem na periferia e no interior do município, muitos com agenda de consultas fora do domicílio, “ninguém imagina a dor que passaram à porta do Hospital Regional depois de quase morrerem em casa”, afirmaram outros com muita raiva porque o ex-prefeito, o ex-secretário de Saúde e vereadores, à época, recusam-se a conter as tragédias pessoais de cada paciente em potencial, na inicial dessa situação, sofrendo dentro da própria casa.
Muitas dessas pessoas, a maioria pobre e que reconheceram “ter vivido na , sem oportunidades de emprego para garantir a própria sobrevivência”, narraram à reportagem momentos difíceis na saúde, na educação dos filhos, na falta de dignidade e direitos previstos na Constituição, negados, segundo informações, “em serviços básicos no hospital e nas UBS em busca de atendimento médico para os filhos, aos pais e avós doentes”.

Em outras frentes, segundo os depoimentos confirmados com funcionários do Hospital e dos projetos de saúde nas comunidades, “tudo começou ainda nos primeiros governos do ex-prefeito”. Filhos com febre alta, idosos com crises respiratórias e mulheres em situação de parto percorriam postinhos, UBS e paravam, depois de dificuldades, chegavam ao hospital onde, mesmo durante as paralisações, recebiam atendimento na emergência e urgência para não perderem a vida.
No auge da Pandemia, muita gente morreu depois dos diagnósticos positivos para o Coronavírus. À época, falta insumos e material para os testes rápidos além de respiradores prometidos pelo governo. Nos dias subsequentes, “a notícia bombástica era de mais uma morte nos corredores do Hospital Regional’ incluindo idosos e indígenas sob alta médica por falta de estrutura para transferência aos hhospitaisde Manaus, Humaitá e Porto Velho (RO).   
A VELHA ODISSEIA – Sobreviventes dos “dias de cão” vivenciados com os serviços paralisados no Hospital Regional da cidade de Lábrea, alguns deles recontratados na atual administração, lembram que “a trajetória de riqueza meteórica do ex-prefeito e seus grupos políticos nunca foi interrompida enquanto muita gente era hospitalizada, e morria”.   
Com novas propostas, a gestão atual, segundo o consultor jurídico João Lemes Soares, apesar do rombo de mais de R$ 500 milhões deu a volta por cima e hoje a população, praticamente, “tem saúde a porta de suas casas e as comunidades em situação de vulnerabilidade, de forma a facilitar o acesso à rede municipal em todos os níveis”. A maioria das ações em saúde são custeadas com recursos próprios do município de Lábrea.

– Gean, após derrota em Lábrea, após “festa de arromba na cidade com mulheres nuas, quase matou motoqueiro. A Polícia silenciou a investigação, mas, o Lábrea Insano registrou o flagrante. GEAN aparece de calção preto e camiseta saindo do carro que dirigia “embriagado”.
Por sua vez, os irmãos Frank e Gean Campos de Barros (MDB) continuam sendo defenestrados pela população do município que decidiram governar, viver, morar e, supostamente, “aumentar cada vez mais o patrimônio financeiro e o capital político”, informaram eleitores que se acham enganados pela dupla de irmãos que deixou a cidade de Lábrea “num grande buraco negro, inclusive com dívidas impagáveis”.
Por conta dessa situação considerada periclitante, cidadãos bocacrenses encontraram nas redes sociais e na mídia externa, “o ponto G para denunciar as mazelas protagonizadas pelos irmãos Frank e Gean Campos de Barros”. O cenário em Boca do Acre, segundo relatos dos moradores, “é de uma cidade de terras arrasadas” por incompetência visível de seus administradores eleitos de forma errática.
– Nos bairros e nas cercanias da cidade estamos todos paralisados, sem acesso fácil às nossas casas, com afazeres interrompidos por conta do caos, agora, desmascarado pela população de que todos fomos iludidos com o Governo do Novo Tempo, o desabafo foi feito por um ex-aliado que diz ter suado a camisa e perdido amigos por defender os nomes desses irmãos que migraram para Boca do Acre.
Segundo relatos (veja vídeos), para sair de casa os moradores dos bairros precisam esperar o dia inteiro a lama das crateras (buracos) das ruas secarem pela ação da estiagem, “justamente, por falta de drenagem e rede de esgotos”, denunciam. Disseram ainda que “nos dias de Sol, a Prefeitura raspa as ruas, o que o piora a situação do lameiro, que nos obriga a encobrir os pés com sacolas plásticas”.  
 No Hospital Regional as ambulâncias tem evitado resgatar pessoas doentes devido às fortes chuvas e o rescaldo não feito durante o período das enchentes. O resultado são ruas com buracos, manilhas entupidas com entulhos e o acúmulo de lixo não coletado, o que faz com que “lixeiras, onde tem, mesmo em caráter viciado, deem lugar a ninhos de ratos, baratas e a animais peçonhentos além da guarida aos urubus.
Na gestão (?) Frank e Gean Campos de Barros (MDB),  a população de Boca do Acre /, segundo informações das fontes, “está entregue a dignidade dos maus políticos que elegeu nas eleições de 2024”. Afirmam ainda que “não temos dignidade na saúde, na educação, na assistência social, na agricultura familiar, infraestrutura e saneamento básico da cidade”. Enquanto isso, os órgãos de controle ao que parece “não se importam com essa situação”.  
A maioria dos moradores disseram que “para reverter essa situação a que nos obrigaram a assumir, depois das eleições, “nem chamando e procurando os líderes políticos que elegemos dos partidos na Câmara de Vereadores ou as autoridades nos deram ouvidos ou demonstraram interesse em intervir a nosso favor nesses momentos difíceis que enfrentamos, agora”.
– Nenhum deles nos deu respostas, acrescentaram as mesmas fontes.
Um dos moradores informou ainda que, “Gean Campos de Barros, em vídeo divulgado em rede aberta, tenta, agora, livrar a pele do irmão bastardo, o prefeito Frank de Barros, responsabilizando adversários pelo caos, tanto em Lábrea quanto em Boca do Acre, comparando-os a uma cobra. Na verdade, acrescentou as fontes, “a cobra venenosa é ele, que governa a cidade por trás do irmão”, ex-secretário de Finanças da Prefeitura de Lábrea.  
A fonte conta, também, a dupla vive produzindo mensagens falsas à população sobre a situação financeira e orçamentária do município. “Dinheiro a Prefeitura tem recebido aos montes, através de transferências do FPM, IVV, ICMs e via emendas parlamentares dos seus patrocinadores, os deputados Ádjuto Afonso (atual presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, TJAM), Átila Lins e o senador Eduardo Braga (MDB).


Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

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