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Entre a ação e a omissão

Jorge Messias, advogado-geral da União Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil.
Existe pecado tanto pela ação quanto pela omissão. Ambos são graves e nos colocam na berlinda perante os homens e diante de Deus. Como já foi dito: “Nada fica escondido entre o céu e a terra”.
O momento atual é extremamente importante para o país, pois escolhas feitas agora são perenes e gerarão consequências irreparáveis para toda a nação por muito tempo. Nos próximos dias, o Senado Federal submeterá à sabatina a aprovação — ou não — do nome do ministro Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
Outrora, nomes apontados para essa sublime função eram de renomados juristas, com vasta bibliografia, autores de obras de Direito consultadas nas mais respeitadas universidades e bibliotecas acadêmicas. Não de militantes que se dizem evangélicos, mas apoiam o aborto, com a malfadada injeção no coração do feto; prática que causa dores intensas e que, em muitos casos, é evitada até em animais.
E, de todo esse imbróglio, surge uma pergunta inevitável: se uma pessoa se intitula evangélica, quem é o seu pastor? Quais valores de fato norteiam suas decisões? E como se coaduna tal posicionamento com a defesa do aborto até o nono mês, por meio da assistolia fetal, com a aplicação de cloreto de potássio que interrompe os batimentos cardíacos da criança?
Nesse momento, não devemos nos omitir, para não nos tornarmos cúmplices de tamanha injustiça com o povo brasileiro, em sua maioria de tradição judaico-cristã e defensor da vida desde a concepção.
Finalizo pedindo a Deus que ilumine o coração dos senadores, para que decidam com responsabilidade e consciência sobre tão relevante escolha. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos.


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