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Eduardo Riedel aparece à frente em todos os cenários para o governo de MS

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (12) pelo instituto Real Time Big Data aponta o governador Eduardo Riedel (PP) na liderança da corrida pelo governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, o atual chefe do Executivo estadual aparece com 43% das intenções de voto.
Na segunda colocação está Fábio Trad (PT), que registra 21%. Em seguida surge João Henrique Catan (Novo), com 11%. O levantamento também incluiu outros nomes cotados para a disputa estadual. Delcídio do Amaral (PRD) aparece com 7%, enquanto Renato Gomes (DC) e Lucien Rezende (PSOL) têm 2% cada. Já Jefferson Bezerra (Agir) soma 1%. Os votos brancos e nulos totalizam 5%, e outros 8% disseram não saber ou preferiram não responder.
Foto: Saul Schramm/Governo de MS
O instituto ouviu 1.600 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 11 de maio de 2026 em Mato Grosso do Sul. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MS-06412/2026 e, segundo os dados divulgados, teve custo de R$ 64 mil, financiados com recursos próprios.
O levantamento também simulou diferentes cenários de segundo turno. Em todos eles, Eduardo Riedel aparece numericamente à frente dos adversários testados. Contra Delcídio do Amaral, o governador alcança 56%, enquanto o adversário registra 25%. Em um eventual confronto com Fábio Trad, Riedel marca 54%, contra 31% do petista.
Nos demais cenários avaliados, o atual governador também mantém vantagem. Contra João Henrique Catan, o placar apontado foi de 52% a 22%. Em uma disputa contra Jefferson Bezerra, Riedel soma 62%, enquanto o adversário registra 13%. Já diante de Lucien Rezende, o governador aparece com 63%, contra 14%. No cenário contra Renato Gomes, os números apresentados foram de 55% a 17%.
Entre os entrevistados, os índices de votos brancos, nulos e indecisos variaram conforme cada cenário apresentado pelo instituto.


Fonte: Conexão Política

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