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O estranho caso da Ypê: Fiscalização ou perseguição?

Detergentes Ypê (Imagem ilustrativa) Foto: Site/Divulgação
O que vem acontecendo no país nos últimos tempos é digno dos próceres do submundo da Sicília: uma aparente vingança contra uma empresa por parte de órgãos governamentais que têm a obrigação de primar pelo bem comum de todos com isenção.
A tradicional empresa do ramo de limpeza, a fabricante dos produtos Ypê, teve seus proprietários envolvidos, na campanha presidencial de 2018, em uma doação de R$ 1 milhão para o então candidato Jair Bolsonaro, com ampla divulgação e de forma transparente, como deve ocorrer em um país democrático.
No entanto, como toda vingança espera sua hora, ficaram aguardando o momento propício e iniciaram o ataque. Com a desculpa de contaminação por bactérias, o que pode até ter ocorrido, os órgãos sanitários liderados pela Anvisa, após análise do detergente doméstico da marca Ypê, determinaram o embargo e apreensão de toda a produção da fábrica, causando uma repercussão negativa capaz de comprometer profundamente a marca.
Isso aconteceu justamente em um órgão público cujo corpo diretivo possui fama de ser composto majoritariamente por esquerdistas, que realizou uma diligência cercada de ampla divulgação. O caso foi até repercutido pela primeira-dama do país de forma equivocada, como se alguém tivesse ingerido o detergente da marca Ypê. Pelo tamanho da exposição, o episódio ganhou contornos dignos de um seriado de mistério.
Como sociedade organizada, temos de usar a máquina estatal pelo bem comum, com justiça e equilíbrio, não para saciar a sanha vingativa de grupos inescrupulosos.
Finalizo pedindo a Deus que esclareça a verdade e que todos os fatos venham à tona de forma clara e cristalina, como deve ser. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos.


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