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PRESIDENTE DE ONG PETISTA PASSA BATIDA E O PRESIDENTE LULA NÃO VISITA RESIDENCIAL EM CONSTRUÇÃO AO MENOS 13 ANOS APESAR DE DESTINADO A MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

MANAUS (AM) – Cerca de 600 moradias do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) financiadas pelo Governo Federal, por meio da Caixa Econômica Federal (CEF), depois de quase quinze anos de iniciado, os imóveis ainda não foram entregues aos beneficiários sob a responsabilidade de uma Organização Não-Governamental (ONG) de Manaus.

Esse militar da Aeronautica “comprou imóveis do Minha Casa Minha Vida e os transformou em casa de eventos. Outros empresários e familiares da presidente, incluindo assistentes sociais e policiais (civis e militares) moram no local. As casas são destinadas a vítimas de violência doméstica e famílias de baixa renda.  A CAIXA fez auditoria logo nas primeiras denúncias de desvio da finalidade do objeto, em 2016. Depois permaneceu na inércia e/ou se omitiu? A Superintendência nunca se manifestou sobre o que ainda aconte no empreendimento. De tanta injustiça que sofreu, a indígena OLGA faleceu depois que perdeu o imóvel onde morava.
O residencial, que faz parte do programa habitacional do Governo Federal, de acordo com informações, teria sido incluído supostamente na agenda de inaugurações do presidente Luiz Inácio LULA da Silva, apesar da proximidade com os empreendimentos inaugurados por LULA na quinta-feira (27) nos bairros Lagoa Azul e Tarumã-Açú, nas zonas Norte e Oeste desta Capital, o presidente não compareceu ao local.  

 Na fase inicial, o setor de Engenharia da CEF-AM nunca divulgou os laudos técnicos sobre supostas “falhas tecnicas” na execução do projeto.
“Alguém deve ter avisado o presidente que o condomínio ainda continua inacabado e arraigado de irregularidades gravíssimas de execução e despejos ilegais por até 13 anos”, informaram a Reportagem no ato de inauguração do Residencial Carlos Braga.
O empreendimento está localizado no bairro Lagoa Azul, Zona Norte desta Capita. Foi financiado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Orçamento Geral da União (OGU). A Caixa Econômica Federal foi em quase quinze anos o principal agente financeiro responsável pela operacionalização, liberação dos recursos e contratação.

Apesar do afago, LULA em várias viagens a Manaus, a CEF/AM nunca oficializou a “entrega do Residencial ORQUIDEAS I, II e III ao Governo Federal. Depois de mais de 23 anos, não foi inaugurado. Mas a CAIXA repassou valores do custo total do empreendimento.
De acordo com informações de um grupo de mulheres vítimas de violência doméstica e de baixa renda excluídas do projeto pela presidente da ONG, a petista Cristiane Amaral Salles Teles, “denunciamos ao Ministério Público Federal (MPF-AM) as irregularidades na execução do projeto, dos critérios da distribuição e venda de material das casas (portas, janelas, telhas, manilhas, fiação, tijolos e vasos sanitários) e dos imóveis a terceiros, incluindo a policiais civis, militares e empresários do segmento de eventos.

O MPF-AM recebeu denúncias da indígena OLGA. Mas as investigações não evoluíram, a época. A CEF-AM, segundo fontes, nunca citada.
 Com base em informações recentes, a ONG presidida pela ex-candidata a vereadora e a deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Cristiane Amaral Salles Teles, é o Movimento de Mulheres Por Moradias Orquídeas (MMMO) criada no bairro Santa Etelvina, Zona Oeste de Manaus. A entidade é acusada de manter uma suposta imobiliária funcionando dentro do condomínio para venda de imóveis já acabados.

– Na CEF-AM, essa Superintendente evitava contato com a imprensa e as beneficiárias que ofereciam as denúncias de supostas irregularidades em cadastros, editais e exclusão dos nomes da lista originais contendo os beneficiários já aprovados.
VEM DE LONGE – No primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, a organização citada recebeu aval do Governo para coordenar o projeto de construção de cerca de 600 moradias pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Atualmente, o marido contratou outro lote de imóveis do Minha Casa Minha Vida em nome de uma ONG presidida por ele.  

De acordo com mulheres excluídas sob violência policial comandada pelo marido da presidente do MMMO – a identidade dele continuará oculta nesta Reportagem – que é construtor de obras e já atuou em vários empreendimentos nos governos petistas usando os mesmos critérios que a mulher: “Quem não aceitar pagar pela água, taxas de lixo, materiais e a ceder os imóveis já ocupados a novos promitentes mutuários da Caixa Econômica Federal (CEF), “é ameaçado e tem seus pertences jogados na rua” (veja vídeo).

Das três etapas do residencial não entregue oficialmente à Caixa Econômica, por meio do Ministério das Cidades, as unidades habitacionais do Orquídeas I, II e II, subsidiadas às famílias com renda de até um salário mínimo mensal e/ou vítimas de violência doméstica, “todas tiveram o cadastro original anulado pelas assistentes sociais a pedido de Cristiane Amaral Salles”.

Com atuação na Capital Manaus, embora o foco principal da citada Organização Não-Governamental (ONG) – a exemplo da Associação Instituto PICANÇO, presidido pela autodenominada CEO Cristiana de Souza PICANCO com empresa sediada na Índia –  “seja a luta por moradia digna para mulheres vítimas de violência doméstica e a famílias de baixa renda, o MMMO também é conhecido da crônica policial, da Justiça Estadual e Federal, justamente por por responder ações no Judiciário Trabalhista  em favor de funcionários, desocupações ilegais, manobras políticas e de perseguição a mulheres inclusas no programa Minha Casa Minha Vida que se recusar a deixar os imóveis para novos ocupantes – que, geralmente, os teriam comprado.
A ONG é acusada ainda de infringir direitos dos moradores a atualizarem os cadastros por exigência do Ministério das Cidades e do Desenvolvimento Social e da Família para efeito das entregas dos imóveis. Oficialmente, após 13 a 15 anos da construção, “as casas não teriam como ser pagas à Caixa Econômica Federal”, afirmou um defensor público em 2022.
QUEM AMEAÇA? – A maior foco das denúncias tem origem no grupo de mulheres indígenas e vítimas de violência doméstica que resistem as desocupações comandadas pelo marido da presidente da ONG, CRISTIANE AMARAL SALES TELES. O casal mora em um dos condomínios de alto padrão localizado na Estrada do Tarumã, Zona Oeste da Capital Manaus enquanto o resto da família Amaral Salles e Teles tem casas no Residencial Orquídeas I, II e III e loteamentos em construção.   
Sobre o assunto, a Reportagem foi informada que o marido de Cristiane seria engenheiro civil registrado no CREA-AM. Mas, na verdade, “trata-se de um construtor de obras” acusado de agir em companhia de um falso policial civil de prenome LUÍS, responsável chefe da Segurança do casal e da entidade, que seria lotado o 6º Distrito Policial da Cidade Nova, Zona Norte de Manaus.


Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

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