Neymar treina em Nova Jérsei, Estados Unidos, para estrear na Seleção, nesta Copa Foto: EFE/ @CBF_Futebol
Quando um ídolo de um país é desrespeitado, toda uma nação se sente atingida. Até porque são as referências que agregam um povo em torno de seus heróis; aquelas pessoas que dão alegria a todos por meio de suas atuações.
Em nosso país, entre tantos outros exemplos, temos os jogadores de futebol que, por representarem a chamada “pátria de chuteiras”, marcam de forma indelével o consciente coletivo. É o caso, atualmente, do espetacular Neymar Júnior, que tantas alegrias proporcionou ao povo brasileiro. Temos com ele uma dívida de gratidão impagável.
São figuras como Neymar que se tornam unanimidades por sua atuação descontraída, tão comum à índole do nosso povo. Sua convocação agradou a dez entre dez brasileiros, e posso afirmar que nossa admiração pelo craque é pelo que ele já fez, mais do que ainda poderá fazer pela Seleção Brasileira.
Tive de me alongar neste preâmbulo para aclarar a mente de certos políticos obtusos que, a fim de satisfazerem sua claque esquerdista, atacam um jovem atleta que ainda tem muitas alegrias a proporcionar ao sofrido povo brasileiro. Foi o que fez o presidente Lula da Silva ao afirmar que Neymar é o único convocado em “home office da Copa do Mundo”, numa alusão desrespeitosa ao nosso grande herói dos campos.
Toda essa impetuosidade contra um ídolo nacional, em represália às suas posições políticas, não se justifica em quem se arvora como defensor da democracia.
Finalizo pedindo a Deus que ilumine alguns políticos caolhos para que consigam enxergar aqueles que pensam de forma diferente de seus ideais de retidão, e que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos os patriotas deste país.

