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MULHER ALEGA TER SOFRIDO MAUSTRATOS EM ORGAO MUNICIPAL E FAZ TEMPESTADE EM COPO D’AGUA COM NOTA QUE ASSINOU EM PÚBLICO

AMAZONAS (AM) – Observadores jurídicos deste portal de notícias, viram risco penal para uma suposta trabalhadora da educação que alegou, em nota anônima, ter sido impedida de usar um banheiro público durante realização de um evento na cidade de Lábrea.
A nota publicada nas redes sociais e grupos dominados por “oponentes vorazes a cata de possíveis conflitos em desfavor da atual gestão”, foi considerada apócrifa” além de infeliz por manter a identidade anônima.
Sobre o assunto, “a declaração também foi considerada covarde e infeliz”.

Para o consultor João Lemes Soares, 53, de São Paulo, com anos de militância nos Fóruns do interior do Estado, “podemos está diante de casos de propagação de fake news”.
A suposta vítima de maus-tratos, afirmou Lemes Soares, em entrevista, disse que, “pode ter tido interesse em ganhar notoriedade ao se indispor com um servidor responsável pelo uso de banheiros não reservados ao público em geral”.
O consultor afirmou, ainda que “depois de gerar um grande conflito, possivelmente, em busca de virilizar na Internet, a tal vítima ofendida após ter sido orientada a buscar outro local, não confirmada com a situação, pode ser responsabilizada por desvio de conduta, agressão, ameaça, coação e/ou calúnia, calúnia e injúria a outro colega igualmente da educação que intervir no caso”.
A pessoa, até certo ponto fora de si, apresentou, na inicial das discussões, conduta totalmente incompatível com sua função de educadora, acrescentou Lemes Soares.
Diante da situação, a pessoa em questão pode, também, “ter transformado um pingo d’água numa tempestade devastadora no deserto do Saara”, ele apontou.
Por sua vez, ao publicar “nota de repúdio em redes sociais dominadas por oponentes a administração municipal, “admite-se, no entanto, que as alegações apresentadas não têm amparo legal”.
Diante do aumento da repercussão da “mota pública atacando o staff de uma das Secretarias Municipais, poderá implicar na abertura de procedimentos cíveis e penais  em desfavor da suposta vítima por espalhar FAKE NEWS sem o menor nexo causal exigido por Lei.
Enfim, se a pessoa que divulgou a “nota pública” for identificada, certamente, pode ser convocada para responder e vir a ser enquadrada por um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD).
O QUE E APOCRIFO?  – Nota Apócrifa e um documento, declaração ou texto que carece autenticidade. O termo deriva do grego “Apokrypho (oculto ou escondido) e no contexto geral, “refere-se a algo cuja autoria é desconhecida, duvidosa ou não comprovada”, arrematou o consultor João Lemes Soares.


Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

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