O senador Plínio Valério voltou a adotar um tom firme em defesa da transparência na aplicação dos recursos públicos durante os debates relacionados à CPI das ONGs. O parlamentar afirmou que não pretende se calar diante de repasses milionários destinados a organizações não governamentais sem que haja a devida transparência e prestação de contas à população.
Segundo o senador amazonense, a sociedade brasileira tem o direito de saber como os recursos públicos estão sendo utilizados e quais resultados estão sendo alcançados por meio dos investimentos realizados nas entidades beneficiadas. Para ele, a fiscalização é uma obrigação do Parlamento e uma ferramenta fundamental para garantir a correta aplicação do dinheiro dos contribuintes.
“Não vou me calar diante de valores milionários destinados a ONGs sem a transparência que a população merece”, declarou Plínio Valério, reforçando seu posicionamento em defesa da responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
O parlamentar destacou que a CPI das ONGs tem o papel de investigar possíveis irregularidades, identificar falhas nos mecanismos de controle e buscar mais clareza sobre a destinação dos recursos repassados às organizações da sociedade civil. Ele argumenta que a transparência deve ser uma exigência para qualquer instituição que receba verbas públicas, independentemente da área em que atua.
Plínio Valério também ressaltou que o objetivo não é impedir o funcionamento das organizações sérias que prestam serviços relevantes à população, mas assegurar que haja mecanismos eficientes de fiscalização e acompanhamento dos recursos. Segundo ele, a confiança da sociedade depende da correta prestação de contas e da demonstração de resultados concretos.
Ao reafirmar seu compromisso com a investigação e o controle dos gastos públicos, o senador declarou que continuará cobrando explicações, acompanhando os trabalhos da comissão e defendendo medidas que garantam maior transparência na aplicação dos recursos.
“Meu compromisso é fiscalizar, cobrar responsabilidade e defender o bom uso dos recursos públicos”, enfatizou o parlamentar.
A atuação do senador tem repercutido entre apoiadores da CPI e setores que defendem maior rigor na fiscalização dos recursos públicos, ampliando o debate nacional sobre transparência, controle e responsabilidade na gestão das verbas destinadas às organizações não governamentais.
Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

