Cadeia (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels
Há pouco, soube de uma notícia que me deixou estarrecido! Na última segunda (13), uma bebê, de apenas 10 meses, morreu após ser vítima de estupro. Ela foi levada a uma unidade de saúde pela mãe, que inicialmente pensou que a criança estivesse engasgada, mas os médicos identificaram sinais de violência sexual.
Dois homens — um de 22 e outro de 26 anos — foram presos em flagrante e responderão por estupro de vulnerável seguido de morte. Um deles tinha uma relação casual com a mãe da bebê; o outro era primo dele.
Caro leitor, faltam-me palavras diante de tamanho descalabro. Sinceramente, casos como esse precisam ser punidos pelo Estado de forma severa. Eu defendo que o Estado deveria punir crimes hediondos como o sofrido por essa bebê com a prisão perpétua ou mesmo com a pena capital.
Aliás, o sexto mandamento “Não matarás”, é um dos mandamentos mais curtos da lei, e talvez seja por isso que a grande maioria das pessoas tenha uma compreensão tão superficial sobre o seu conteúdo.
Vale a pena ressaltar que para a Teologia reformada, a pena de morte para crimes como homicídio intencional é absolutamente justificável, visto que ela honra a imagem de Deus no ser humano, protege a sociedade e reconhece que o Estado é servo de Deus (Rm 13:4).
Veja bem, a pena de morte não se trata de crueldade ou vingança, ou mesmo ódio no coração, mas de amor à justiça e à santidade da vida.
Como outrora afirmou o reformador João Calvino, em seu comentário sobre Gênesis 9:6: Deus requer punição para quem viola a vida humana, para que a crueldade não se espalhe.
Agora, um dos problemas do nosso país é a impunidade. E vamos combinar uma coisa? Brincar de Poliana fazendo o jogo do contente diante de um crime tão grave é uma ofensa à santidade da vida.
Mas se você é daqueles que defende criminosos que estupram e matam bebês, responda com sinceridade: e se fosse a sua filha, ou a sua neta ou sobrinha?

