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Comunismo nunca mais

Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio Foto: EFE/EPA/EZRA ACAYAN / POOL
Estamos em uma nova era. Sem sombra de dúvida, as mudanças chegaram para melhor. Acabou aquele tempo em que incapazes venciam pela força, sem argumentos, e oprimiam todo um povo com jargões prontos, como “imperialistas”, “reacionários”, “extrema-direita” e outros.
A implantação do comunismo foi um plano ardiloso que levou décadas de aprimoramento, com infiltração no clero, nas comunidades acadêmicas, nos sindicatos e, principalmente, na política. O aparelhamento foi total: no meio artístico, com distribuição de vultosas verbas pela Lei Rouanet; no meio estudantil, com distribuição de bolsas financiadas a perder de vista.
Os ventos que sopraram do norte, dos Estados Unidos, com declarações de que o comunismo não vencerá por lá, já deram mostras da mudança, começando com o decálogo do segundo homem mais poderoso dos EUA, o secretário Marco Rubio, que diz:
As esquerdas são impulsionadas pelo ódio acima de tudo; ódio à própria civilização. Uma revolta do pior contra o melhor; a revolta dos covardes contra os fortes e os bons, por aqueles que não conseguem construir, que não conseguem grandes feitos e buscam se vingar do mundo por sua própria incapacidade, tentando destruir aqueles que conseguem. Esse é o esquerdismo radical. Pode assumir diversas formas. Chamam-se anticapitalistas, anti-imperialistas, comunistas, anarquistas ou marxistas, mas o caráter é sempre o mesmo: um ressentimento venenoso disfarçado de justiça e libertação para destruir tudo aquilo que o homem construiu.
Aproveitei as palavras do secretário para cantar loas ao bom senso, agradecendo a Deus pelos ventos de liberdade, tão inerentes ao ser humano.
Finalizo fazendo uso das palavras do presidente Donald Trump: “Comunismo nunca mais”.
E que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o povo liberto do mundo.


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