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Lei da semeadura: Anthony Fauci e a prestação de contas da pandemia

Dr. Anthony Fauci, no Senado dos EUA Foto: EFE/EPA/MATTHEW KAMINSKY
Como a vida é bela e justa, a lei da semeadura sempre se concretiza! Veja, durante um longo tempo, no governo do presidente Joe Biden, nos Estados Unidos, um homem dominou as decisões sobre a saúde naquele país. Seu nome: Anthony Fauci, cientista todo-poderoso que ditava normas sobre o uso de máscaras, lockdown e isolamento das pessoas, sem respaldo científico, mas que abalou a vida nas grandes cidades.
Sobre a ivermectina e a cloroquina, suas decisões causaram grandes transtornos e, hoje, constatou-se que poderiam ter sido evitadas milhares de mortes e acusações levianas de negacionismo. Seu envolvimento com laboratórios chineses, confirmado posteriormente, tornou-se parte do escândalo no qual se envolveu.
Hoje, ao Fauci ser convocado pelo Senado norte-americano para dar explicações, recusa-se a responder às perguntas, alegando a Quinta Emenda. Além disso, por ter sido anistiado pelo governo Biden, não deve ser indiciado pelos crimes que cometeu.
Hoje, as pessoas que foram atingidas por suas medidas arbitrárias assistem à sua derrocada perante a opinião pública mundial. Os medicamentos que foram alvos de ataques das esquerdas por não terem, à época, supostamente embasamento científico; hoje provam o engano e demonstram eficiência ao salvar milhares de vítimas.
Toda uma comunidade deve desculpas ao presidente Jair Bolsonaro, que sempre defendeu o “não fique em casa”, a ivermectina e a cloroquina. Apesar de opiniões conflitantes, o uso desses medicamentos não causa efeitos colaterais.
Finalizo pedindo a Deus que guarde nosso povo de falsos defensores que acusam inocentes de negacionistas e genocidas sem base sólida, apenas por razões ideológicas. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos.


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