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A democracia de Flávio x a ideologia de Lula

Flávio Bolsonaro e Lula Foto: Flávio B – Andressa Anholete/Agência Senado; Lula – EFE/EPA/HANNIBAL HANSCHKE
O pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, agendou uma viagem aos Estados Unidos, aproveitando sua inserção política naquele país para, de forma pacífica e diplomática, sem aleivosias ou falácias, como é comum à esquerda, discutir sobre as taxas impostas aos produtos brasileiros de exportação.
O mundo é composto por grandes potências, mas precisamos nos identificar com aquelas que compartilham nossos ideais de democracia, fé e liberdade de pensamento. Vivemos em um cenário polarizado, no qual as grandes nações determinam, em grande medida, os rumos da humanidade. Por isso, devemos escolher como parceiros aqueles que tradicionalmente se coadunam com nossos valores.
Surpreendentemente, porém, algumas de nossas autoridades manifestam a intenção de emitir títulos públicos sem utilizar o dólar, moeda tradicional das relações internacionais, optando pelo yuan, moeda chinesa. Trata-se da moeda de um país hegemônico que oferece vantagens momentâneas em troca de uma subserviência permanente.
Nós, legisladores, temos a obrigação de alertar ao povo sobre o risco de comprometer nossa soberania para satisfazer interesses ideológicos. A lógica de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” é ledo engano. Países africanos, por exemplo, vêm sendo obrigados a transferir aos chineses portos e outras estruturas estratégicas em razão da inadimplência de suas dívidas.
Finalizo agradecendo a Deus por vivermos em um país cristão, democrático e de índole pacífica. E peço que Ele derrame suas mais escolhidas bênçãos sobre todos nós, brasileiros.


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