spot_img

A relação do vidro no copo da professora com o “método” Paulo Freire

Professora Michele Ramos
A professora Michele Ramos, que leciona em uma escola da rede pública de São José dos Campos (SP), fez um desabafo emocionado nas redes sociais após um aluno colocar vidro no copo de água dela.
Não. Você não leu errado! É isso mesmo. Colocaram vidro no copo da professora.
Ora, que situação é essa? Que barbárie é essa? Que crime absurdo! Até quando veremos isso? O que fizeram da autoridade do professor em sala de aula?
Ora, isso é culpa deste relativismo maldito, do ensino “Paulo Freire” no qual o professor foi equiparado ao aluno, em que se defende a ideia de que não há saber mais ou saber menos, mais saberes diferentes; no qual o saber do professor não é superior ao do aluno; visto que ambos constroem conhecimento juntos e blá-blá-blá.
Ora, o relativismo epistemológico é um grande equívoco. Freire acreditava que o conhecimento vivido pelos oprimidos é tão legítimo quanto o saber acadêmico ou científico do professor.
Caro leitor, o relativismo defendido por Paulo Freire, tem contribuído para a instalação do caos na sala de aula. Para piorar a situação, o ensino foi tomado pelo subjetivismo no qual questionar fatos científicos ou históricos em nome da “narrativa do oprimido” é incentivado.
Penso, que precisamos rever a relação escola-professor-aluno, como também restaurar a autoridade do professor em sala de aula, punindo exemplarmente alunos e pais — sim, pais — cujos atos são criminosos, deixando também de lado o relativismo que tem norteado a sociedade brasileira.


Fonte:

+Notícias

Últimas Notícias