Donald Trump Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS / POOL
Deus toma conta de tudo. Uma guerra odiosa, que poderia se arrastar por muito tempo, a dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, foi interrompida por uma trégua.
Não importa o motivo da trégua ou quem deu início a ela. O importante é que as hostilidades cessaram. Por orgulho, o Irã diz ao seu público interno que saiu vitorioso, mas o mundo sabe a realidade: ninguém vence a maior força militar do mundo, os Estados Unidos, que não reduziram seu inimigo a cinzas em respeito ao povo ordeiro do Irã, que também é vítima do regime dos aiatolás, responsáveis por massacrar seu próprio povo a qualquer indício de manifestação.
Reduzir uma nação a cinzas, lançando-a à Idade da Pedra, seria terrível para os cidadãos de bem. Portanto, esse cessar-fogo foi providencial e dará tempo para uma recomposição. Com a abertura do Estreito de Ormuz, a navegação se normalizará e a vida continuará, o que fará bem para todos.
Mais uma vez, as forças do bem, em uma coalizão judaico-cristã com o apoio de islamitas moderados, que também foram atacados, conseguiram proporcionar uma paz tão necessária a um mundo conturbado, distanciado dos ensinamentos de Cristo: “Amai-vos uns aos outros”, algo tão presente no coração das pessoas de bem.
Finalizo agradecendo a Deus por Sua promessa em João 14:27: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. Que Deus derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo o Oriente Médio.

