Ambos os envolvidos, juntamente com o material e as drogas apreendidas, foram conduzidos à UNISP
Uma ação de patrulhamento tático da Polícia Militar motivada pelo fluxo de público da exposição resultou na prisão de uma mulher de iniciais J. S. A., conhecida pela alcunha de “Jojô”, e no fechamento de um ponto de comercialização de drogas.
A operação começou na noite desta sexta-feira, 22 de maio, no bairro Bela Vista, e foi encerrada no bairro Parque Industrial Novo Tempo (Setor 19), em Vilhena.
Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, a guarnição da Rádio Patrulha reforçava a segurança nas adjacências do Parque de Exposições, no cruzamento da Rua 916 com a Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, local mapeado pela polícia pela reincidência de consumo e comércio de entorpecentes durante os dias de festa.
No perímetro, os militares avistaram um homem em atitude suspeita. Ao perceber a aproximação da viatura, o indivíduo, identificado pelas iniciais P. G. P., tentou disfarçar olhando para o chão e acelerou o passo, o que motivou a abordagem.
FLAGRANTE COM O USUÁRIO
Durante a busca pessoal de rotina, os policiais localizaram nas vestes do suspeito um aparelho celular, um canivete de aço inox, R$ 400,00 em espécie, além de um invólucro de maconha e uma porção de cocaína.
Ao ser questionado, o abordado admitiu espontaneamente que as substâncias eram ilícitas e alegou ser apenas usuário.
Ele revelou que havia acabado de comprar os entorpecentes por R$ 50,00 na “Boca de fumo da Jojô”, apontando aos militares o endereço exato do ponto de venda.
APREENSÃO E QUEBRA DE REGIME NO SETOR 19
De posse das informações, a equipe deslocou-se até a Rua Sergipe, no Setor 19. No imóvel, os policiais foram recepcionados pela proprietária, J. S. A., que autorizou a entrada da guarnição.
Em buscas minuciosas pelo interior do domicílio, os militares localizaram: na cozinha, sobre a mesa, dois invólucros de maconha idênticos ao que havia sido apreendido com o usuário, no quarto, escondidos sob uma cama box, sete invólucros plásticos contendo crack em pedra, um aparelho celular e a quantia de R$ 135,00 em dinheiro trocado, característico do comércio de drogas.
Ao checarem a identidade da acusada, os policiais constataram que ela utiliza tornozeleira eletrônica e cumpre pena em regime monitorado pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO).
Segundo o histórico policial, ela é amplamente conhecida no meio policial pela prática reiterada de crimes patrimoniais e de tráfico, acumulando condenações anteriores.
Ao receber voz de prisão pelo crime de tráfico de entorpecentes, a suspeita fez uso do seu direito constitucional de permanecer em silêncio.
Ambos os envolvidos, juntamente com o material e as drogas apreendidas, foram conduzidos à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) para a lavratura do flagrante e demais providências da Justiça.
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Fonte: Extraderondonia.com.br

