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ADVOGADO TENTA EXPLICAR FRACASSO ELEITORAL DE LÍDERES DE BAIRRO COM INTERFERÊNCIA DE VELHAS RAPOSAS POLÍTICAS

BRASÍLIA (DF) – “Ganhar a todo custo”, essa ao que pareceu teria sido a decisão tomada pela ex-candidata a presidência da Associação dos Moradores do Bairro Pantanal da cidade de Lábrea, a no interior do Amazonas.

 No bairro Barra Limpa, a eleita foi priorizada com recursos de um “padrinho politico”. Era o mesmo de Mary.
Na Capital do Brasil (Brasília), o consultor jurídico João Lemes Soares, disse que “a senhora Mary dos Santos, teria abdicado dessa prática tão comum nos meios políticos sujos, hoje em dia, a ter sua conduta supostamente desviada”.

Na Vila Falcão, a disputa envolveu o vereador “MADRUGADA PL”. Restou derrotado, esmagadoramente.
Logo após o pleito, a Reportagem procurou a ex-candidata para que explicasse, com clareza, os por quês ter abandonado o local de votação. A justificativa foi a de que “o Coordenador (um funcionário público) designado impedia, a todo custo, a permanência dos fiscais de sua chapa, só o fazendo aos concorrentes” (Veja imagem).

 No bairro de Fátima a eleição para a Associação de Moradores foi tranquila. Os eleitores foram de “chapa unica”, talvez, por falta de motivação e/ou interesse político. A comunidade tem papel predoderante, mas, enfrenta sérios problemas ee infraestrutura. Não houve “encrenca política, religiosa ou partidaria”..
Em outro momento, a Reportagem detectou, após informações divulgadas em tempo real pelas redes sociais e outras plataformas, que, “até comerciantes de outros bairros haviam votado em detrimento da chapa presidida por Mary dos Santos”. A comunitária, segundo certificações de famílias nativas, “além de doméstica, exerce a função de Ativista Social, dentro e fora do bairro onde mora”.

 Holanda foi Vice do Ver. MADRUGADA. Perderam feio; agora, o edil bolsonarista recusa-se entregar documentações da Associação e as chaves do Centro Comunitário. Os eleitos, com mais essa contenda protagonizada por “Sr. MADRUGADA” a situação deve esbarrar junto a Justiça. Perderam, vão pra casa! Após 2 a 3 anos, haverá novas eleições!!
Na opinião de Lemes Soares, ao primeiro sinal de irregularidades, como indução de eleitores, recrutamento de mobilizadores, formiguinhas à porta da Seção Eleitoral, coação a oponentes, compra de votos, cessão de combustíveis e/ou captação ilegal de votos, “tudo isso deveria ter motivado a abertura de Inquérito Policial com a agravante de se provocar uma intervenção imediata no processo ainda durante a votação por parte da Promotoria Pública”.

Tuxauas, Caciques e guerreiros (homens e mulheres) destronar o autointitulado indígena Apurina da Coordenadoria. Patrocinado pelo chefe do DSEI/SESAI, Mabi CANIZO, os deputados Adjuto Afonso, Atila Lins e o senador Eduardo Braga, José Raimundo Pereira Lima (O Zé Bajaga), recusa-se a entregar as documentações e as chaves da entidade. Ele permanece, segundo lideranças indígenas, continua recendo salário e diárias consideradas milionárias.
A ex-candidata Mary Santos, contudo, ao que demonstrou em suas redes sociais antes, durante e depois da eleição à Associação de Moradores do Bairro Pantanal, segundo a Assistente Social Francisca de Souza, “apesar de derrotada nessa empreitada, voltou pra casa e às atividades humanitárias-fim de cabeça erguida e apta a novos desafios”.
Ela foi aconselhada a criar, instalar e fazer funcionar sua própria Organização Não-Governamental, para que possa continuar seus serviços às comunidades que já colabora com as ações que já desenvolveria, como a que fez entrega de cestas de alimentos no Natal de 2025 no populoso bairro da Fonte, informou um assistente jurídico credenciado na banca do consultor.

 Patrocinado pelo ex-prefeito e o DSEI/SESAI do Purus, “Zé Bajaga” e seu grupo subordinado a políticos, tentou continuar dominando e manipulando as aldeias, mas, voto perdeu feio e ficou sem “grande festa em Boca do Acre”, agirá, governada pelos antigos chefes (Gean e Frank de Barros)
Em meio a enxurradas de notícias sobre corrupção em eleições para Associações de Bairro na cidade de Lábrea, manutenção de dirigentes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) na mesorregião amazonense do Purus, o processo eleito levado a efeito pela antiga Coordenadoria da Federação das Organizações e Comunidades   Indígenas do Purus (FOCIMP), chamou a atenção de especialistas sobre a suposta influência denunciada em desfavor de dirigentes de órgãos e autarquias vinculados à questão indígena, a partir do município de Lábrea.

– A Ativista é Mobilizadora Social, MARY SANTOS, foi exortação a criar, instalar e fazer funcionar a própria Organização Nao-Governamental (ONG). Enquanto isso, as novas diretorias das Associações seguem em busca de reforçar e fortalecer seus planos de trabalho. Até dia 04.22 vindouro, o clima promete “esquentar”: cada dirigente terá o Presidente, Governador, Deputado Federal e Estadual que merece por 4 anos (2027-2030).
O autodeclarado indígena Apurinã José Raimundo Pereira Lima (vulgarmente conhecido como Zé Bajaga), foi o grande perdedor da eleição que renovou, de forma inédita, a antiga diretiva da FOCIMP que, inclusive possibilitou a contratação do mesmo pelo Distrito de Saúde Especial Indígena (DSEI) sob gestão do professor e empresário, Rami Rachid SAID, como suposto Assessor Especial Indígena.
Zé Bajaga, apesar de vir tendo sua suposta formação acadêmica junto aos Conselhos Regionais de Enfermagem (COREM-AM) e Administração de Empresa (CRA-AM), Rami SAID estaria decidido a mantê-lo como empregado público federal cujos gastos aos bolsos dos contribuintes labreenses “estariam em torno de R$ 10.300” (Dez Mil e Trezentos Reais), denunciaram indígenas da região do Rio Purus.  
– Mas, esses valores ainda não foram objetos de checagem definitiva pela Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério da Saúde (MS) Governo Federal, revelaram na sexta-feira (5), líderes indígenas a partir da Capital Manaus (AM). 
MANOBRA BISONHA – Entre eleições para órgãos indígenas, Associação de Bairro e eleições gerais previstas para o próximo dia 4 de Outubro deste ano, a cidade de Lábrea tem aparecido constante no cenário regional no topo do ranking de derrotados fragorosos tentando retornar ao poder. “Eles tentam de tudo e estariam dispostos a todo custo para isso”, apontam estudos independentes.
Independentemente da derrota da Ativista e Mobilizadora Social Mary Santos, comprovadamente por falta de logística (transporte, formiguinha, combustível e dinheiro), nas análises sobre tal derrota, aparecem “uma suposta e poderosa quadrilha de políticos e investidores de campanhas eleitorais” – não importaria em qual nível.
Nos bairros e comunidades do interior a atenção “desses grupos é redobrada por conta do baixíssimo nível escolar”. Acreditam pesquisadores, no entanto, é que no campo vislumbrado por esses grupos que é sempre se posicionaram na retaguarda “financiando grupos que lhes tragam lucro” – o que, realmente, interessa a eles.  
Na verdade, entende o Consultor Lemes Soares, “pessoas em situação de vulnerabilidade social e pessoal, seriam mais fáceis de ser manipuladas em troca, muitas vezes, recebem migalhas”.
Essa situação, considerada obscura em termos de sobrevivência dos cidadãos interioranos (material e financeira) registra-se, em parte, entre grupos de servidores dependentes de emprego no serviço público à cada quatro anos (Município, Estado e União), Incluindo indígenas, “esses, sim, mais frágeis e há milênios se deixando ser dominados e manipulados – apesar de alguns não aceitarem receber mais espelho e apito.
Em últimas notícias sobre a fragorosa derrota da ex-candidata a presidente da Associação de Moradores do Bairro Pantanal, Mary Santos, fonte familiarizada com uma pré-candidatura a deputado estadual emitiu um parecer um tanto inusitado. “A justificativa seria uma possível traição da presidenciável para com o grupo político que a apoiava”.


Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

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