Mulheres estão assumindo o buço (Imagem ilustrativa) Foto: IAChat GPT
Todos sabemos que uma grande parte do movimento feminista não depila as axilas. Aliás, as adeptas dessa prática desenvolvem a ideia central de que depilar o corpo é uma forma de submissão ao homem e ao patriarcado, e que, portanto, deve ser resistido.
O discurso das que defendem tal prática é o de sempre: “Meu corpo, minhas regras”. Digo mais: em círculos feministas, deixar o pelo nas axilas virou símbolo de resistência.
Pois é, não há nada ruim que não possa piorar. Não é que em nome do feminismo agora estão defendendo o crescimento de buços e bigodes?
O triste disso é perceber que parte da mídia e das redes sociais têm tentado normalizar o bigode feminino concedendo a ele um ar de empoderamento.
Caro leitor, ao ver as práticas de nosso tempo podemos chegar à conclusão que Gramsci logrou êxito em sua missão de desconstruir verdades até então inquestionáveis. Infelizmente, vivemos num tempo em que o certo tem sido chamado de errado e o errado de certo. Isso sem falar no incentivo ao feio, a desconstrução da beleza e a relativização tanto da feminilidade quanto da masculinidade.
Que Deus nos ajude e nos conceda graça para continuar dizendo que o errado é errado.

