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ENTRE ADVOGADOS PRESOS LIGADOS AO COMANDO VERMELHO, OUTROS INDICIADOS ACUSADOS DE POR AMEAÇA, DROGAS, EXTORSÃO E APROPRIAÇÃO INDÉBITA

BRASÍLIA (DF) – A prisão de advogados ligados, leve ou visceralmente, aos supostos comandos das facções que atuam no país e, especificamente, na Amazônia Brasileira, também, repercutiu nos bastidores da política, das entidades civis organizadas e de núcleos jurídicos respeitados do Amazonas.

 Advogados se rendem ao domínio dos comandos das facções. Nas calhas dos rios Madeira e Purus a ponta do iciberg começou a aparecer pelas bandas de Boca do Acre AM, Lábrea, Humaitá, Manacapuru, Solimões, Japurá e Alto Juruá
No rescaldo das operações desencadeadas pela Polícia Federal em vários estados verificou-se, mais uma vez, “o seu altíssimo nível técnico e operacional empregado pela corporação para prender mais de 50 integrantes do Comando Vermelho no Espírito Santo, Bahia, Ceará e Amazonas”. Advogados da facção também foram detidos em Manaus, acusados de lavar dinheiro.

A máscara de advogados ligados às facções criminosas no Amazonas, na Amazônia e no país começou a cair. Outros já indiciados por AMEAÇAS, DROGAS e EXTORSÃO, segundo bastidores, poderão ser banidos das comarcas do interior. Apui, Humaitá, Lábrea, Pauini e Boca do Acre podem surpreender, em breve.

Tem que colocar esses assassinos na cadeia, por pelo, trinta anos em regime fechado, subscreveu o cidadão Valdeci Alves Andrade em reportagem de importante meio de comunicação na cobertura após as operações nos estados alvos.

As operações podem ser desdobradas em direção aos conhecidos “corredores do narcotrafico” nas áreas de fronteira fluvial e seca. O Sul do Amazonas, com a instalação da nova Delegacia da PF em Humaitá vem sendo comemorada faz tempo.
No âmbito dos estados do Acre, Rondônia, Pará, Amazonas e Roraima, segundo fontes deste portal de notícias, “há muito para que as forças integradas de segurança possam vir a fazer novas prisões de criminosos se houver constantes desdobramentos das operações já realizadas com grande sucesso no país e região”.

A PF e as policias estaduais não estão dando trégua as ORCRIMs sob o comando do Comando Vermelho e do PCC.
Esses estados, na opinião na de consultores ouvidos, “foram no passado e continuam sendo usados como portais de entrada para o narcotráfico se expandir com visível histórico de domínio de contrabando de armas, munições e a outros criminosos advindos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiro”.

 No Sul do Amazonas, não há só “advogados indiciados por ameaças, drogas e extorsão” em processos que tramitam nas Comarcas dos municípios. O IBAMA não tem agido para coibir esse tipo de crime ambiental e contra a fauna silvestre (principalmente na região do Purus).
Em Rondônia e Amazonas não seriam apenas faccionados a serem investidos, detidos ou presos.   “E sim, advogados que atuam, simultaneamente, nas comarcas das capitais Porto Velho (RO) e Manaus (AM),onde responderiam por supostas fraudes e apropriação indébita de valores retidos por eles pertencentes a clientes da terceira idade e/ou deficientes.

A PF abre investigação profunda em desfavor de membros do novo ocupante do Governo do Amazonas. Ninguém escapa das “garras da PF”, ressalta analista de segurança.
Nas cidades de Humaitá, a 602 quilômetros de Manaus, ao menos um grupo de 11 a 13 profissionais inclusos nesse grupo foram denunciados por clientes que sentiram lesados.  Parte deles foi denunciada por outros colegas ao Ministério Público (MPE) e à Justiça. Estão incluídos nesse rol advogados com mandato de vereador, eleitos e reeleitos.

A PF mais presente no Sul de Lábrea/AM, a partir de agosto que vem.
Segundo escritório jurídico acreditado no Sul do Amazonas, “a Justiça humaitaense obrigou a devolução de valores retidos pertencentes a aposentados e beneficiários do INSS que tiveram que recorrer a outros profissionais para que devolvessem o dinheiro ao seu legítimo dono”.
Há casos de retenção de valores de aposentados, pensionistas, beneficiários do Bolsa Família, Auxílios emergenciais e causas trabalhistas retidos por advogados ainda não denunciados à Justiça amazonense nas Comarcas dos municípios do Amazonas. Pelo menos 97% dos clientes são agricultores, pescadores, deficientes ou pessoas idosas que não tem informação, conhecimento por conta da baixa escolaridade.

No dossiê enviado à Reportagem por colegas de advogados denunciados aos Núcleos da OAB nos municípios das calhas dos rios Madeira e Purus, atesta que as vítimas têm entre 60, 65 a 75 anos. “Elas reclamam na Justiça e/ou em acordos firmados com novos advogados o ressarcimento imediato do dinheiro pago pelo INSS, devolução de bens móveis e imóveis usurpados de forma considerada ilegal”.
Situação semelhante, segundo investigações privadas, se encontram alguns advogados (as) que atuam no foro da Comarca do município de Lábrea, na mesorregião amazonense do Purus. Diferentemente dos colegas denunciados na cidade de Humaitá, “em Lábrea nenhum dos acusados são advogados no exercício da vereança”, a maioria é de já indiciado por drogas, extorsão e pedofilia cujas identidades não são divulgadas nas decisões e informes levados a público.  

Ao menos quatro profissionais atuantes na Comarca de Lábrea podem ser ainda investigados e/ou condenados durante os processos conduzidos pelas autoridades do Amazonas. Parte do grupo já responde por extorsão, drogas, ameaças, estupro de vulneráveis, crimes ambientais,  e apropriação indébita de bens de herança, fraude em documentação pública (regularização fundiária) e retenção de valores de aposentados. Nessa esteira, a chefa do Cartório de Registro de Imóveis, Luciana Cruz Barronca, foi afastada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
No estouro da “boiada”, ironizou fonte credenciada no seio de parte dos familiares que habitam reservas extrativistas, disseram que “até, agora, apenas o advogado, Islande Serejo,  entre colegas profissionais acusados de cometimento de crime, foi condenado a 19 anos de prisão por estupro de duas irmãs menores ligadas a moradores da Reserva Extrativista Ituxi.

Após a sentença contra o advogado condenado Islande Serejo, membros das famílias impactadas por estupros em série migraram para locais fora da cidade de Lábrea.  Enquanto isso, a suposta onda de violência doméstica, pedofilia e assédio sexual que vitimaram candidatas a emprego a servidoras da educação pelo ex-chefe da SEMED, Jesus Batista, “parte delas ”demonstram interesse em reabrir os processos através do Conselho Nacional de Justiça”.
As RESEX Ituxi e Médio Purus sob a responsabilidade da antiga Unidade Avançada do ICMBio) “viriam registrando um número elevado de casos de estupros, alto indíce de alcoolismo, drogadição pelo avanço das facções em áreas protegidas, inclusive gravidez de adolescentes por único denunciado além de registros de violência doméstica nas comunidades”.

DEU NO G1 AM – 𝐄𝐋𝐎 𝐃𝐎 𝐂𝐑𝐈𝐌𝐄 – Quatro advogados foram presos nesta quinta-feira (06.11.25) em Manaus durante uma operação da Polícia Federal contra o Comando Vermelho (CV). Segundo reportagem do g1, os profissionais faziam parte do chamado “núcleo jurídico” da facção, responsável por garantir a comunicação entre líderes presos e integrantes que continuam nas ruas, além de atuar na lavagem de dinheiro e na logística do tráfico internacional de drogas.As investigações revelaram que os advogados usavam suas prerrogativas profissionais para repassar ordens diretas de chefes do CV encarcerados, coordenar represálias e movimentar recursos ilegais. Com acesso livre às unidades prisionais, eles simulavam o exercício da advocacia para manter viva a estrutura de comando da facção, que tem origem no Rio de Janeiro e influência em diversos estados e países vizinhos.

Advogados e policiais não são “INTOCÁVEIS”!𝐅𝐮𝐧çõ𝐞𝐬 𝐝𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐟𝐚𝐜çã𝐨De acordo com a PF, o grupo de advogados tinha funções específicas dentro da organização criminosa. Entre as atividades identificadas estão o repasse de instruções a traficantes locais, a lavagem de dinheiro obtido com o comércio de entorpecentes e o auxílio na logística de envio de drogas vindas da Colômbia. Os investigadores também apontam que os profissionais intermediavam negociações e disputas entre criminosos de diferentes estados.Essas funções, segundo os investigadores, permitiam que o Comando Vermelho mantivesse o controle das operações mesmo quando seus principais líderes estavam presos ou foragidos.𝐃𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐚𝐝𝐯𝐨𝐠𝐚𝐝𝐨𝐬 𝐧𝐞𝐠𝐚 𝐚𝐜𝐮𝐬𝐚çõ𝐞𝐬
A defesa dos advogados afirmou à Rede Amazônica que ainda não teve acesso aos autos da investigação. Os representantes sustentam que os profissionais apenas exercem a advocacia criminal, defendendo acusados, mas negam que integrem ou prestem serviço direto à facção criminosa


Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

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