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Há anos, eu já alertava sobre o movimento LGBTQIA+: A conta chegou

Manifestação LGBTQIA+ (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/Rosemary Ketchum
Vou iniciar com o velho jargão: “Quem avisa, amigo é”. Digo isso porque, em 2011, ou seja, há mais de uma década, eu já alertava sobre o movimento LGBTQIA+, que tem, no mínimo, 198 projetos de lei só para beneficiar essa comunidade citada. Entre eles, o que cria, nas universidades, cotas para alunos homossexuais; outro que retira a palavra pai e mãe de todos os documentos de identidade.
Naquela época, fui chamado de intolerante, de deputado medieval; fui humilhado, fui incompreendido, cheguei a ser agredido na rua. Ainda assim, continuei com meu trabalho. Enfim, alertei sobre a tal “ditadura gay”.
Agora, todos estão vendo o que sempre alertei: eles não querem direitos, querem privilégios.
Reitero: o problema são os ativistas, os que vivem disso, ganham dinheiro com isso, com ONGs poderosíssimas. O próprio apresentador Ratinho, que há 13 anos foi alertado por mim, hoje é processado por uma deputada trans, que não aceita ser chamada pelo que ela é.
Devemos usar do mesmo meio que eles, ou seja: denunciem, processem, acionemos a Justiça para que esses abusos tenham fim. Finalizo apenas com uma expressão que encerra tudo: “Eu avisei”.
Peço a Deus que nos dê equilíbrio para enfrentar esses alienígenas que teimam em obrigar a maioria a aceitar valores estranhos à nossa tradição cristã de valorizar a família tradicional, composta de pai, mãe e filhos, sem ideologia de gênero. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todos.


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