spot_img

Lúcio Albuquerque comenta – OS 90 ANOS DE CIRO, O ÉTICO

Ética: ramo da Filosofia que trata dos princípios que orientam o ser humano, sobretudo na vida em sociedade.
Em 1967 desembarcou no aeroporto “Caiari”, de um bimotor da Panair do Brasil, o solonopolense João Ciro Pinheiro de Andrade, jornalista, vindo para visitar outro Pinheiro, seu tio. Dois dias depois, mais por cortesia, o visitante foi até à redação do jornal Alto Madeira entregar ao diretor Euro Tourinho uma carta de apresentação assinada pelo diretor do jornal “Correio do Ceará”.
A sociedade nas páginas de Ciro Pinheiro, de1967 a 2017, sempre no Ato Madeira, aí em abril de 1991
O diretor do “Correio” fortalezense, o Euro e o próprio Ciro não sabiam, mas ali começaria mais de meio século de uma relação pessoal e profissional não só com o jornal do Território, mas com Rondônia como um todo. Dia 7 passado o Ciro, há alguns poucos anos voltando a residir em Fortaleza, colheu, como diziam os radialistas dantanho, 90 anos “no pomar de sua existência”.
Ciro, o 3 da Esq p/direita, na equipe de 1999 do Alto Madeira
No “Alto Madeira” o Ciro, que era repórter no “Correio do Ceará”, deixaria a reportagem e, por imposição do diretor Euro, que iria ficar dois meses fora, deixou o Ciro o substituindo na coluna social “Eurly” e na volta o substituto virou titular.
E foi aí que o “Sr. Ética” apareceu.
Em 1971 o prefeito Odacir Soares nomeia o Ciro como Assessor de Imprensa da prefeitura, o primeiro a ter tal cargo em órgão público no Território, função que ele continuou, com vários prefeitos e governadores, sendo o último cargo público o de chefe do Cerimonial da Assembleia Legislativa.
Naquele mesmo ano o jornal Alto Madeira lançou na Semana da Criança o concurso que escolhia o governador-mirim e o prefeito-mirim, dentre estudantes de escolas da capital, o que acabou em 1982. Dentre os governadores-mirins e prefeitos-mirins os, depois jornalistas Adaídes, Dadá, dos Santos e Juscelino Amaral. A ideia o Ciro trouxe de Fortaleza, do “Correio do Ceará”.
Dentre outras ações o Ciro teve papel decisivo na reunião em Cacoal, em 1972 quando o prefeito de Porto Velho (então prefeito até Vilhena), reuniu os moradores para definir o nome oficial da Vila, e um pastor evangélico defendia o nome de “Nova Cassilândia”, sua terra natal, com apoio de muitos fiéis. Muita gente já chamava a vila de “Cacaual” ou “Cacoal”, nome que ficou.


Fonte: Tribuna Popular

+Notícias

Últimas Notícias