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Lulopetismo prioriza o criminoso em detrimento da proteção das vítimas

Lula Foto: Ricardo Stuckert / PR
Thomas Sowell, o economista que insiste em ver o mundo como ele é e não como os manuais petistas gostariam que fosse, disse certa vez uma frase que parece ter sido escrita especialmente para o Brasil de 2026:
Uma das tragédias da nossa época é que a esquerda prefere entender o criminoso a proteger a vítima.
Nunca essa frase esteve tão atual. Enquanto mães enterram filhos assassinados por facções, enquanto ônibus são queimados, enquanto o PCC expande seu “negócio” para além das fronteiras, controla presídios como se fossem filiais e domina rotas de drogas que chegam até a América do Norte, o governo lulopetista dedicava sua diplomacia a uma causa nobre e humanitária: impedir que os Estados Unidos classificassem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
O governo Trump ignorou os apelos emocionados do Planalto e declarou as duas maiores facções criminosas do país como organizações terroristas estrangeiras.
O Palácio do Planalto reagiu como quem viu um fantasma: “Isso pode abrir margem para intervenções americanas!”.
Sim, caros leitores. O grande temor não é o criminoso que decapita, extorque e domina favelas. O grande temor é que o Tio Sam, com seu imperialismo arrogante, venha atrapalhar o delicado trabalho social que o Estado brasileiro vem fazendo com os “irmãos”. Quase um empreendedorismo de periferia, né?
É o famoso Bandidismo-Estado: um culto quase religioso onde o criminoso tem sempre “raízes sociais” a serem compreendidas, enquanto a vítima honesta é tratada como estatística inevitável do “modelo excludente”.
O bandido merece seminário, cota, bolsa, “ressocialização” e, principalmente, não ser chamado de terrorista. Já o cidadão comum que paga impostos e quer chegar vivo em casa? Esse que se vire. Mas, claro, chamá-los de terroristas seria “estigmatizante”.
Thomas Sowell, mais uma vez, acerta em cheio. A tragédia da nossa época não é só a violência. É a inversão de valores que transformou o criminoso em vítima romântica e a vítima honesta em problema secundário.
O mundo tem agora a possibilidade de reconhecer o óbvio: que facções criminosas que controlam territórios no Brasil, matam civis, desafiam autoridades e aparelham o Estado, monopolizando a violência de forma terrorista!


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