Homem e mulher juntos, em parceria (Imagem ilustrativa) Foto: Freepik
O Plenário do Senado aprovou projeto de lei que criminaliza a misoginia, que foi definida na proposta como “conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino” equiparando-a ao racismo.
Veja bem, claro que homens não são superiores as mulheres. Isso é ponto pacífico e inquestionável. A questão é: a lei, se aprovada, promoverá “divisão e ódio entre homens e mulheres” a ponto de uma fala considerada preconceituosa por uma mulher proporcionar perseguição ou mesmo cadeia a um homem que ousou contrariar o pensamento feminino.
Se não bastasse isso, pastores e igrejas, cuja teologia é complementarista poderão ser acusados de misoginia por discordarem, por exemplo, da ordenação pastoral feminina, ou mesmo defenderem o que a Bíblia diz sobre submissão.
Assim, se essa lei for aprovada, pastores, padres e igrejas de matizes diferentes, cuja percepção teológica sejam contrários ao presbiterado de mulheres poderão ser tratados como misóginos, podendo ocasionar processo e prisão.
Ademais a lei, se aprovada, colocará em risco à liberdade de expressão, promovendo com isso censura de opiniões.
Por fim, a lei supracitada promove e incentiva a “guerra de sexos”, tratando homens como potenciais opressores e mulheres como vítimas perenes, contrariando o conceito bíblico de família, complementaridade entre sexos e união social.

