Cássia Kis Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Centro Dom Bosco
O episódio ocorrido com a atriz Cássia Kis no Barra Shopping, no Rio de Janeiro, nos mostra que as mulheres e as crianças não possuem mais privacidade. Na ocasião, a atriz foi exposta, num vídeo, por uma mulher trans – um homem biológico – que considerou transfobia o fato de a atriz ter se posicionado contra a sua entrada num banheiro feminino.
De acordo com um levantamento realizado pela IRG Pesquisas – encomendado pela Associação de Mulheres, Mães e Trabalhadoras do Brasil (Matria) – mais de 80% dos eleitores brasileiros são contrários à presença de trans em banheiros e prisões femininas. Isso gera divergência por parte do movimento woke que considera “transfobia” quem discorda da entrada de mulheres trans em banheiros femininos.
Ora, como é claramente sabido, o ser humano é binário e seu sexo é determinado por cromossomos (XX/XY). Assim, mulheres transgêneros que mantêm pênis, testículos e níveis mais altos de testosterona continuam sendo biologicamente seres masculinos, o que é do ponto de vista da ciência irrefutável. Ademais, banheiros femininos existem exatamente por causa das diferenças biológicas e de vulnerabilidade, visto que mulheres precisam de privacidade e segurança.
Contudo, o movimento woke se opõe a isso, partindo da premissa de que o sexo biológico é uma construção social superável pela identidade de gênero autodeclarada.
Caro leitor, está faltando bom senso na classe política brasileira, mesmo porque, o fato de uma pessoa se considerar mulher, não a torna efetivamente mulher.
Digo mais: a ideologia de gênero promovida e defendida pelo movimento woke tem diminuído o espaço das mulheres, ignorando diferenças biológicas, criando mais conflitos do que soluções.
Diante disso afirmo que o Estado tem falhado por defender o wokismo, demonstrando o entendimento equivocado de que a política pública deve se basear em sentimentos e não em evidências claras e biológicas.

