Vista áreja da Usina Hidrelétrica de Jirau - Casa de Força e Margem Direita e Vertedouro
Usina Jirau/ Divulgação
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que as empresas responsáveis pelas usinas de Santo Antônio e Jirau, em Porto Velho, não precisam pagar indenização a um grupo de pessoas que dizia ter sido prejudicado pela redução da pesca após a construção das hidrelétricas.
A decisão foi unânime e mudou o entendimento do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), que havia reconhecido o direito à indenização. Para os ministros, faltaram provas de que os autores da ação realmente trabalhavam como pescadores e de que sofreram prejuízos causados pelas usinas.
Os autores afirmavam que a quantidade de peixes diminuiu depois da construção das hidrelétricas e que isso afetou a principal fonte de renda deles. Por isso, pediram uma indenização pelos ganhos que teriam deixado de receber ao longo dos anos.
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Ao analisar o caso, o STJ entendeu que não basta alegar que houve redução da pesca na região. Segundo a Corte, era necessário comprovar que cada um dos autores foi diretamente afetado e teve perdas financeiras por causa da atividade das usinas.
Relator do processo, o ministro Antonio Carlos Ferreira afirmou que uma indenização não pode ser baseada apenas em suposições. Para ele, os prejuízos alegados precisavam ser comprovados durante o andamento da ação.
O ministro também destacou que o tribunal de Rondônia reconheceu o direito à indenização antes mesmo de confirmar pontos considerados essenciais para o caso, como a atividade profissional dos autores e a existência dos prejuízos.
Com isso, o STJ decidiu rejeitar o pedido de indenização e deu ganho de causa às empresas responsáveis pelas usinas.
O g1 procurou as usinas de Santo Antônio e Jirau para comentar a decisão, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Vídeo mostra mulher abandonando cães filhotes dentro de uma caixa em RO
Uma mulher foi flagrada por câmeras de segurança abandonando vários filhotes de cachorro dentro de uma caixa de papelão em frente a um órgão público de Porto Velho, nesta quinta-feira (11). A suspeita ainda não foi identificada.
As imagens mostram a mulher carregando a caixa até a calçada do prédio. Em seguida, ela deixa os animais no local e vai embora. O vídeo passou a circular nas redes sociais e causou comoção entre os moradores (veja acima).
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Após a repercussão do vídeo, o caso foi denunciado aos órgãos responsáveis pela proteção animal. Uma equipe da Proteção Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) foi acionada e realizou o resgate dos filhotes.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), informou que a autora do abandono ainda não foi identificada. Ele pediu ajuda da população para localizar a responsável e permitir que as medidas cabíveis sejam adotadas.
A Delegacia de Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente divulgou um canal para o envio de informações que possam ajudar na identificação da suspeita. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (69) 3229-5395.
Print da tela do vídeo que registro o abandono dos animais
Prefeitura de Porto Velho
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Professores e doutores, Rodrigo Leventi Guimarães, Gilson Ely Chaves de Matos, Fábio Henrique Fernandez de Campos e Heloisa Prado Pereira de Oliveira.
Acervo
A Favoo celebrou um importante avanço na qualificação acadêmica de seu corpo docente, com a titulação de mais quatro membros de seu quadro de professores como doutores.
Por meio de convênio firmado com a UNIJUÍ – Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, os professores Fábio Henrique Fernandez de Campos, Gilson Ely Chaves de Matos, Heloisa Prado Pereira de Oliveira e Rodrigo Leventi Guimarães fizeram o Doutorado em Direitos Humanos da instituição.
Eles tiveram acesso às bolsas CAPES, destinadas aos candidatos com melhor desempenho no processo seletivo do programa, conforme critérios e requisitos previstos em edital.
Também como resultado desse convênio, e com apoio da Sicoob Credisul, outros sete professores concluíram o mestrado em Direitos Humanos. Ao todo, a parceria entre Favoo e UNIJUÍ contribuiu diretamente para a qualificação de 11 docentes da instituição, sendo sete mestres e quatro doutores na área de Direitos Humanos.
A iniciativa reforça o compromisso da Favoo com a valorização de seus profissionais e com a qualificação permanente do ensino superior.
Além dos quatro novos doutores titulados pelo convênio com a UNIJUÍ, o corpo docente da Favoo também conta com o professor Rodrigo Alves Correia, doutor em Ciências Sociais pela UNESP. Com isso, a instituição passa a ter cinco docentes doutores em seu quadro acadêmico. Além disso, dois professores encontram-se em processo de conclusão do mestrado.
A conquista representa um marco acadêmico e institucional. Com a conclusão dos dois docentes que atualmente cursam mestrado, a instituição passará a ter 20 professores titulados em nível de mestrado ou doutorado, 70% do seu corpo docente.
O alto grau de qualificação dos professores fortalece a produção científica e a pesquisa, aprimora a qualidade das aulas e contribui diretamente para uma formação mais sólida, crítica e atualizada dos estudantes.
A parceria entre Favoo e UNIJUÍ em prol da qualificação docente demonstra a importância da cooperação entre instituições de ensino para a promoção do conhecimento, da pesquisa e da capacitação profissional.
Sobre a Favoo, uma cooperativa educacional
Fundada em 2006, a Cooperativa Educacional de Vilhena é mantenedora da escola e da faculdade Favoo, com mais de 1.100 alunos. Desde 2019 é campeã no Enem no Estado e desde 2012 no município de Vilhena. Devido ao formato de cooperativa, a instituição reinveste todo seu resultado financeiro em infraestrutura e treinamento, o que garante o altíssimo nível de qualidade educacional e das instalações. Em parceria com a Sicoob Credisul, a Favoo acaba de inaugurar um hub de inovação que passou a compor seu complexo educacional, instalado em uma área de 60 mil metros quadrados. A faculdade oferece os cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito, que possuem nota máxima no MEC, e a escola recebe alunos a partir dos dois anos de idade.
Professor Rodrigo Alves Correia, doutor em Ciências Sociais (UNESP)
Acervo
Uma cena que mistura indignação e tristeza chamou a atenção de moradores de Porto Velho nesta quinta-feira (11). Vários filhotes de cachorro foram encontrado...
O pecuarista Valter Moreira Mendes, de 44 anos
Reprodução/Redes sociais
O pecuarista Valter Moreira Mendes, de 44 anos, foi morto a tiros na noite de quinta-feira (4) na zona rural do distrito de Rio Pardo, em Porto Velho. Uma mulher que o acompanhava também foi baleada, conseguiu fugir do local e foi encontrada somente na manhã seguinte, em estado de choque.
De acordo com o boletim de ocorrência, vizinhos relataram que, desde o anoitecer, perceberam a caminhonete de Valter estacionada em frente à propriedade rural dele, com o motor ligado e os faróis acesos. Cerca de duas horas depois, ao passarem novamente pelo local, notaram que o veículo permanecia na mesma situação e acionaram a polícia.
Ao chegar à propriedade, os policiais encontraram o pecuarista caído no chão, já sem vida, com marcas de tiros na cabeça, no tórax, na virilha e em uma das mãos. Próximo ao corpo, foram encontradas oito cápsulas de balas.
Durante a inspeção no interior da caminhonete, os policiais localizaram uma pistola de cor prata, um celular e uma bolsa feminina com documentos pessoais de uma mulher de 37 anos. Buscas foram realizadas na região, mas ela não foi encontrada naquele momento.
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Ainda segundo o boletim de ocorrência, a mulher foi localizada apenas na manhã seguinte. Ela apresentava um ferimento de tiro na coxa esquerda e estava em estado de choque. Após receber os primeiros socorros, contou aos policiais que estava com a vítima no momento do ataque.
De acordo com o relato da vítima, os dois saíam da propriedade quando Valter parou a caminhonete e foi até um curral para soltar alguns cavalos. Nesse momento, um homem com o rosto coberto apareceu e começou a atirar. A mulher disse que pulou do veículo, mas acabou atingida na coxa. Em seguida, fugiu para uma área de pastagem, onde permaneceu durante toda a noite.
O autor dos disparos não foi identificado. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio.
Pecuarista é morto a tiros em propriedade rural de Porto Velho
Reprodução/Redes sociais
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