Cantor Henrique, da dupla com Juliano, é internado para uma cirurgia de emergência
Todo mundo tem um ídolo, e muitos fariam até loucuras por ele. Foi o que aconteceu com Tatiane Martins, de Ji-Paraná (RO), que decidiu fazer uma tatuagem em homenagem aos seus ídolos, a dupla sertaneja Henrique & Juliano, antes do show que seria realizado na Expojipa. O que ela não imaginava era que a apresentação seria cancelada.
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Ao g1, ela explicou que fez a tatuagem com o nome dos cantores na manhã de terça-feira (30). Na mesma noite, a dupla anunciou, por meio de uma nota oficial publicada nas redes sociais, o cancelamento do show que estava marcado para sábado (4).
Tatiane contou que as músicas dos artistas sempre fizeram parte da sua vida e que a tatuagem seria uma forma de marcar aquele momento especial.
“Sempre gostei das músicas deles e, quando anunciaram que eles viriam aqui, na minha cidade, pensei em fazer algo que me lembrasse desse momento. Foi aí que resolvi fazer essa homenagem. Só não imaginava que o show fosse ser cancelado”, relembra.
Segundo o comunicado, Henrique precisou passar por uma intervenção cirúrgica no último fim de semana, o que impossibilitou a realização da apresentação.
“Fiquei muito triste, mas saúde em primeiro lugar. Desejo melhoras para ele e, quem sabe, um dia eu tenha a oportunidade, mesmo que seja de longe, de prestigiá-los”, diz Tatiane.
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Apesar da frustração com o cancelamento, Tatiane afirma que não se arrepende da homenagem e que não pretende fazer qualquer alteração na tatuagem.
Em nota, a organização da Expojipa informou que uma nova atração para a programação do evento será anunciada nesta quarta-feira (1º). A organização afirmou ainda que trabalha para garantir uma programação à altura das expectativas do público e oferecer um grande espetáculo.
Fã da dupla sertaneja Henrique e Juliano, faz tatuagem horas antes de show ser cancelado
Acervo Pessoal
Cirurgia de emergência
A dupla Henrique e Juliano lamentou profundamente a ausência em shows após a cirurgia de emergência do cantor Henrique, em Goiânia. Em nota publicada nas redes sociais, a dupla informou que shows marcados nas cidades de Porto Velho (RO) e em Ji-Paraná (RO) foram cancelados em decorrência da cirurgia do artista.
Ainda segundo a nota da dupla, Henrique passou por cirurgia no domingo (28) e já recebeu alta hospitalar. Ele ficará em repouso em casa até a próxima quarta-feira (8), quando será reavaliado. Os próximos shows esão prevsitos para os dias 10 de julho, em São Paulo, e no dia 11, no Ceará.
O cantor Juliano postou um vídeo em que mostra a filha de Henrique questionando a roupa do pai, após a cirurgia. “Oi, pai. Por que você está vestindo vestido?”, questionou a menina. A assessoria da dupla informou ao g1 que a cirurgia foi realizada no Hospital Einstein Israelita, em Goiânia, após Henrique sentir dores intensas na região da virilha.
O cantor chegou a se apresentar com o irmão em Petrolina (PE), no sábado (27), já com dores e, por isso, decidiu procurar atendimento médico na capital goiana. Ao ser atendido, ele foi submetido a uma cirurgia de emergência chamada de herniorrafia inguinal bilateral.
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Emplacamento de veículos
Revista Quatro Rodas/Divulgação
O primeiro emplacamento de veículos novos em Rondônia pode ser feito de forma digital, sem a necessidade de comparecer presencialmente ao Detran-RO em todas as etapas. O serviço é disponibilizado pelo órgão estadual de trânsito por meio da Central de Serviços no site oficial.
A ferramenta permite que o proprietário inicie e acompanhe o processo pela internet, com envio de documentos, emissão de taxas e acompanhamento das etapas até a liberação para a colocação da placa.
Veja os vídeos em alta no g1:
Agora no g1
Como funciona o serviço
Para utilizar o sistema, o usuário deve acessar o site do Detran-RO e entrar na Central de Serviços. Em seguida, é necessário:
Acessar a área “Serviços e Consultas Restritas”
Selecionar a opção “Veículos”
Clicar em “Primeiro Emplacamento”
Fazer cadastro ou login na plataforma
Após o acesso, o sistema solicita o envio de documentos, como documento de identificação com foto, comprovante de endereço, nota fiscal da concessionária e nota fiscal de fábrica do veículo.
Também é preciso informar a chave de acesso da Nota Fiscal Eletrônica e o número do chassi.
Pagamento e liberação
Depois do preenchimento das informações, são geradas as taxas referentes ao processo. O pagamento pode ser feito por meios digitais, como Pix, o que pode acelerar a compensação e a liberação das próximas etapas.
Com as taxas quitadas, o veículo é liberado para seguir até a estampagem da placa. O prazo final depende da confirmação dos pagamentos de impostos e taxas vinculadas ao registro, como IPVA e outras cobranças, quando aplicáveis.
Quem pode utilizar
O serviço é destinado a veículos novos adquiridos em concessionárias localizadas em Rondônia, como automóveis, caminhonetes, caminhonetas e motocicletas. É necessário que a nota fiscal tenha sido emitida recentemente, dentro do prazo estabelecido pelo sistema, e que o veículo seja de uso particular.
Algumas situações ainda não podem ser concluídas totalmente pela internet e exigem atendimento presencial no Detran-RO. Entre elas estão veículos com faturamento direto de fábrica, destinados a categorias específicas como táxi, locadoras, autoescolas, produtores rurais, pessoas com deficiência e veículos de maior porte.
Nesses casos, o procedimento deve ser finalizado em uma unidade do órgão.
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'Eu avisei': áudios mostram discussão de jovem após atropelar e matar idoso
A estudante de Medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos, investigada por atropelar e matar Odair Brustolin, de 68 anos, ficará em uma cela separada no sistema prisional de Rondônia. A decisão foi tomada pela Justiça durante audiência de custódia realizada na quinta-feira (2), quando a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva.
A medida foi determinada por possível condição de saúde mental da investigada e para garantir a segurança dela dentro da unidade prisional. O presídio também deverá oferecer acompanhamento médico e psicológico durante a custódia.
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A defesa da estudante pediu a instauração de um incidente de insanidade mental, procedimento usado para avaliar se ela tinha condições de entender que o que fazia era um crime no momento do fato. O pedido foi aceito pela Justiça, que determinou a realização de perícia.
A defesa também chegou a pedir internação em unidade psiquiátrica, mas o pedido foi negado.
Em nota, a defesa de Vitória afirmou que lamenta o caso e disse que o processo tramita em respeito ao devido processo legal, com garantia das regras previstas na Constituição.
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Advogado da família se manifesta
O advogado da família de Odair, Wilibrando Bruno de Araújo, afirmou que a medida garante direitos básicos durante a prisão e que a família não se opõe ao tratamento. Ele destacou, no entanto, que a existência de um transtorno mental não significa, por si só, inimputabilidade, ou seja, incapacidade de responder pelo crime.
Segundo o advogado, documentos apresentados pela defesa indicam que a investigada fazia tratamento psiquiátrico, mas também cursava Medicina e tinha condições de compreender suas ações.
Ele afirmou ainda que o comportamento da estudante após o atropelamento reforça esse entendimento. Segundo o boletim de ocorrência, ela deixou o local do crime e procurou abrigo na casa de um amigo.
O caso
Segundo testemunhas, a jovem identificada pela polícia como Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos, discutiu com pessoas na rua e tentou agredi-las. Após a briga, ela entrou no carro e jogou o veículo contra uma residência.
Imagens gravadas por vizinhos mostram que Vitória tentou atingir a casa uma primeira vez. Em seguida, ela deu marcha à ré e acelerou novamente, invadindo o imóvel e atropelando Odair Brustolin.
Ele foi socorrido e levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu, de acordo com familiares.
Após o ocorrido, Vitória fugiu do local. A Polícia Militar fez buscas na região para encontrar a mulher e o veículo. Pouco depois, a polícia recebeu a informação de que Vitória Caroline estava na casa de um amigo.
Os policiais foram até o endereço e encontraram a mulher sentada na varanda. O amigo contou que ela havia pedido ajuda depois de dizer que tinha se envolvido em uma discussão no condomínio onde mora. Segundo ele, o pedido era para fazer serviços de lanternagem e pintura no carro.
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, os policiais pediram novamente que Vitória saísse da casa. Ela atendeu ao pedido e foi até os policiais. Conforme o registro, ela estava bastante exaltada e agressiva. Em seguida, recebeu voz de prisão e foi levada para o Departamento de Flagrantes.
Áudios mostram discussão após atropelamento
Áudios mostram discussão de estudante de medicina após atropelamento que matou idoso
Áudios enviados pela estudante de medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos, a um grupo de moradores mostram uma discussão após o atropelamento que matou Odair Brustolin, de 68 anos, na quarta-feira (1º), em Porto Velho.
Segundo o boletim de ocorrência, o acidente aconteceu por volta das 13h20. Os áudios foram enviados cerca de 25 minutos depois, às 13h45.
➡️ De acordo com testemunhas, Vitória discutiu com pessoas na rua e tentou agredi-las. Após a briga, ela entrou no carro e jogou o veículo contra uma casa, atropelando Odair.
Nas mensagens, Vitória diz que já havia avisado que passaria com o carro pelo portão do condomínio e afirma que os moradores conheciam seu comportamento (veja acima).
“Eu avisei, eu avisei 10 vezes que, se não parassem de me chamar de louca, de ficar me tratando de louca, eu ia passar pelo portão. Eu falei, eu falei mil vezes. Eu não sei por que vocês ficam duvidando de alguma coisa, porque vocês já me conhecem”, diz nos áudios.
Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos.
Arquivo pessoal
Vítima Odair Brustolin, de 68 anos, o momento da invasão da casa e atropelamento e Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos.
Arquivo pessoal e print da tela
Registro do momento em que mulher avança de carro contra portão
Print da tela
Suspeita detida na Central de Flagrantes
Print da tela
Odair Brustolin, de 68 anos, vítima de atropelamento dentro de casa.
Arquivo pessoal