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Arma encontrada na residência do suspeito que morreu
Divulgação/PM
Um suspeito morreu após trocar tiros com policiais durante uma operação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil, realizada na última quinta-feira (19), em Espigão D'Oeste (RO). A identidade dele não foi divulgada.
A ação tinha como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão em diferentes pontos da cidade. Segundo a polícia, durante o cumprimento de uma das ordens judiciais, o suspeito reagiu e apontou uma arma de fogo contra a equipe.
Diante da situação, houve confronto. O homem foi baleado, socorrido e levado ao hospital municipal, mas não resistiu aos ferimentos. Uma mulher que estava na residência também precisou de atendimento médico.
No local, os policiais apreenderam munições de calibre .38 e um celular danificado. A arma usada pelo suspeito foi recolhida pela perícia, que realizou os procedimentos necessários.
De acordo com as forças de segurança, a operação faz parte de ações para combater a criminalidade na região. A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar possíveis ligações do suspeito com outros crimes.
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Operação Regresso
Divulgação/MP-RO
Uma operação foi iniciada na manhã deste sábado (21) para recapturar suspeitos ligados a uma facção criminosa responsável por uma onda de ataques em Rondônia, em janeiro de 2025. A ação, chamada de Operação Regresso, reúne forças de segurança estaduais e federais.
O objetivo é cumprir 26 mandados de prisão preventiva. As ações acontecem em cidades de Rondônia, como Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim e Ouro Preto do Oeste, além de Rio Branco (AC) e Catanduvas (PR).
Segundo o Ministério Público de Rondônia (MP-RO), os alvos são réus de uma investigação iniciada após a Operação Escudo, em 2025. Na época, integrantes da facção promoveram ataques em diferentes cidades, incluindo tentativas de homicídio contra agentes públicos, depredação de prédios e incêndios em veículos públicos, de transporte coletivo e particulares.
Os suspeitos haviam sido soltos provisoriamente após interrogatórios, com medidas cautelares. No entanto, a decisão foi suspensa pela Justiça após recurso do Ministério Público.
Participam da operação o Ministério Público de Rondônia (MP-RO), polícias Militar, Civil, Penal e Federal, além de órgãos de segurança do estado. Ao todo, mais de 70 agentes estão envolvidos. Agora, com a nova operação, os réus devem permanecer presos enquanto aguardam o julgamento do caso.
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Operação Escudo
Em agosto de 2025, a Polícia Civil de Rondônia realizou a Operação Escudo de Rondônia para prender suspeitos ligados a uma facção criminosa envolvida em uma onda de violência que ocorreu no estado, em janeiro de 2025. Ao todo, 18 pessoas foram presas, três delas em flagrante.
De acordo com a polícia, os ataque foram ordenados por lideranças dentro e fora do sistema prisional. Um deles é conhecido como “Tio Ogro”, que está na penitenciária federal de Catanduvas (PR).
A investigação revelou que a ação foi totalmente coordenada por uma cadeia de comando que envolve financiadores e executores.
Mais de 130 policiais participam Operação Escudo de Rondônia. O objetivo é cumprir 31 mandados de prisão e 23 de busca em residências localizadas em: Porto Velho, Ariquemes, Guajará-Mirim, Ouro Preto do Oeste, Mirante da Serra, Jaru e também em Catanduvas, no Paraná.
Segundo a investigação, a facção foi responsável por vários crimes entre os dias 12 e 19 de janeiro de 2025, como:
Assassinato do policial militar Fábio Martins de Andrade Cardoso, no condomínio Orgulho do Madeira;
Incêndios em ônibus escolares, caminhões e carros de empresas;
Ataques a prédios públicos e bens do governo.
Para dar cumprimento aos mandados, os policiais contaram com o apoio de um helicóptero e da equipe de aviação do governo. Também estão envolvidos o Ministério Público e Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).
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