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Política

Servidores da Sedam cobram aprovação de plano de carreira e alertam para paralisação

Servidores da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) cobram a aprovação do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) em Rondônia e al...

Suspeito morre após confronto com a polícia durante operação em RO


Arma encontrada na residência do suspeito que morreu Divulgação/PM Um suspeito morreu após trocar tiros com policiais durante uma operação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil, realizada na última quinta-feira (19), em Espigão D'Oeste (RO). A identidade dele não foi divulgada. A ação tinha como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão em diferentes pontos da cidade. Segundo a polícia, durante o cumprimento de uma das ordens judiciais, o suspeito reagiu e apontou uma arma de fogo contra a equipe. Diante da situação, houve confronto. O homem foi baleado, socorrido e levado ao hospital municipal, mas não resistiu aos ferimentos. Uma mulher que estava na residência também precisou de atendimento médico. No local, os policiais apreenderam munições de calibre .38 e um celular danificado. A arma usada pelo suspeito foi recolhida pela perícia, que realizou os procedimentos necessários. De acordo com as forças de segurança, a operação faz parte de ações para combater a criminalidade na região. A Polícia Civil continua investigando o caso para identificar possíveis ligações do suspeito com outros crimes. Confira os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1

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ENQUETES


Mais de meia tonelada de ouro ilegal foi apreendida no Brasil em 5 anos; Roraima lidera em 2024 e 2025


Mais de meia tonelada de ouro ilegal foi apreendida no Brasil em 5 anos; Roraima lidera em Ao menos 503,26 kg de ouro ilegal foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Brasil entre 2021 e 2025. Roraima concentra o maior volume recente de apreensões nos últimos anos, com 187,26 kg interceptados. O estado passou de 1,3 kg apreendidos em 2023 para 22,27 kg em 2024. Só em 2025, a PRF interceptou 163,69 kg do minério no estado — mais do que o total apreendido em todo o Brasil em cada um dos quatro anos anteriores. Alta de apreensões ano passado no estado foi puxada por uma operação em dezembro, quando 103 kg de ouro em barras minério foram encontradas com um empresário em Boa Vista. O número de apreensões pode ser ainda maior, já que os dados consideram apenas ocorrências registradas pela PRF e não incluem operações de outras forças policiais. O g1 solicitou à Polícia Federal (PF) os números completos dos últimos cinco anos, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. O diretor de Operações da PRF, Marcus Vinicius de Almeida, afirma que a fiscalização foi intensificada na Amazônia Legal a partir de 2023 com o plano Amazônia: Segurança e Soberania. A iniciativa combate crimes ambientais e organizações criminosas e reforça ações de inteligência nos principais pontos de escoamento do minério, como Roraima, na fronteira com Guiana e Venezuela. "A gente acredita que Roraima é rota de saída do ouro no país. Seria uma 'rota mais fácil' para esquentar o ouro lá fora", disse. Na PF, a avaliação é semelhante: segundo o órgão, o crescimento está ligado ao reforço na fiscalização e à suspeita de que o estado tenha se tornado rota de escoamento de ouro ilegal vindo de outras áreas da Amazônia. O fim da presunção de boa-fé no comércio de ouro também contribuiu para o aumento dos registros. Ouro apreendido desde 2021 Os dados da PRF mostram oscilação anual, com queda em 2023 e avanço expressivo a partir de 2024, e o volume recorde de 2025. O período também destaca a forte participação dos estados da região Norte, especialmente Roraima e Pará, além de registros relevantes em Minas Gerais e Mato Grosso em anos específicos. Veja os números: 2021: 66,6 kg de ouro apreendidos. Mato Grosso liderou com 27,7 kg, seguido por Amazonas (12,8 kg) e Pará (5,5 kg). 2022: 151,8 kg. Minas Gerais concentrou 120 kg, cerca de 79% do total nacional. 2023: 23,1 kg, o menor da série. O maior registro ocorreu no Rio de Janeiro (10 kg), seguido por Goiás (4 kg). 2024: 48,08 kg. Roraima liderou com 22,27 kg, seguido pelo Pará (14,2 kg). 2025: 213,68 kg, maior volume do período. Roraima concentrou 163,69 kg, seguido pelo Pará (40,43 kg). Escoamento do ouro por Roraima Em entrevista ao g1, o delegado da PF em Roraima, Caio Luchini, explicou que criminosos aproveitam a localização do estado, na fronteira com a Venezuela e a Guiana, para escoar ouro extraído ilegalmente em outras regiões do país, especialmente na Amazônia. “Acreditamos que grande parte do ouro apreendido aqui não tem origem em Roraima. Muitos vêm de outros estados e são trazidos para cá por causa da fronteira com a Venezuela e a Guiana, onde a comercialização desse minério é permitida. E por lá mesmo, o ouro é vendido”, afirmou o delegado. Ainda de acordo com Luchini, criminosos usam essas rotas para transportar o material e fugir das operações mais rigorosas nas áreas de garimpo. "O padrão que identificamos até agora é o uso das mesmas rodovias. E o transporte é feito por pessoas que, muitas vezes, simulam viagens em família para tentar burlar as fiscalizações”, revelou Luchini. As investigações indicam o uso de rotas terrestres específicas, como a BR-401, que leva a Bonfim, na fronteira com a Guiana, e a BR-174, que liga Roraima à Venezuela. Realidade na Amazônia Outras apreensões ajudam a dimensionar o cenário do ouro ilegal na Amazônia. No fim de outubro, a PM apreendeu 72,6 kg de ouro no Amazonas, avaliados em cerca de R$ 45 milhões, em uma ação que prendeu seis pessoas, entre elas dois policiais militares e um policial civil. Dias antes, em Altamira (PA), a PRF apreendeu 40 kg de ouro em barras, avaliados em R$ 20 milhões, que eram transportados em um carro de luxo pela BR-230, a Transamazônica. Essa apreensão ocorreu menos de dois dias após a apreensão recorde em Roraima. ARTE QUE PODE SER REAPROVEITADA: INFOGRÁFICO: apreensão de ouro ilegal tem alta no Brasil Arte/g1 O procurador da República André Porreca, do 2º Ofício da Amazônia Ocidental, frisa ainda que o garimpo ilegal na Amazônia envolve uma rede criminosa que vai muito além da extração do minério. No caso de Roraima, ainda existem garimpos ativos na região e há, historicamente, o envio de ouro a outras partes do país. "O garimpo ilegal não é só a extração de minério. Existe toda uma logística de transporte, lavagem de dinheiro, financiamento por organizações criminosas, fornecimento de combustível e até exportação do ouro para outros países." Porreca também avalia que a continuidade do garimpo ilegal está relacionada à baixa punição dos envolvidos: "Infelizmente ainda existe um cenário de impunidade que favorece esse tipo de crime altamente lucrativo." Fim da presunção da boa-fé Em abril de 2023, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu a aplicação da chamada "presunção da boa-fé" no comércio de ouro, ou seja, utilizando exclusivamente informações prestadas pelos vendedores — e deu 90 dias para o governo criar regras mais rígidas. O governo editou uma medida provisória com efeito imediato, extinguindo a presunção de boa-fé e exigindo emissão de nota fiscal eletrônica. Paralelamente, enviou ao Congresso um projeto de lei para estabelecer um marco regulatório permanente. O projeto continua em análise nas comissões da Câmara dos Deputados. Luchini afirma que as apreensões cresceram também após a intensificação das operações de fiscalização nas rotas que levam ouro para a Venezuela e a Guiana (países com maior facilidade para vender ouro ilegal). A medida foi tomada depois do avanço no combate ao garimpo ilegal em terras indígenas, coordenada pela Casa Governo, órgão do governo federal em Roraima. "Num primeiro momento, o foco era retirar garimpeiros das terras indígenas, e isso tem sido feito com sucesso. Reduzimos significativamente os alertas de novas áreas de garimpo. Depois, intensificamos a fiscalização nas rotas terrestres", explicou o delegado. Cinco apreensões seguidas em Roraima Além da emblemática apreensão de 103 kg de ouro em agosto em Roraima, o estado registrou outras quatro apreensões em quase quatro meses. Em três delas, a PF identificou o mesmo padrão: barras escondidas em compartimentos dos veículos. Ouro apreendido em Roraima Caíque Rodrigues/g1 RR O que é feito com o ouro apreendido? Todo o ouro apreendido vai para o Instituto Nacional de Criminalística da PF, em Brasília, onde passa por perícia no projeto Ouro Alvo — iniciativa que identifica o “DNA do ouro”, ou seja, rastreia a origem exata de onde foi extraído. “Com essa análise, conseguimos descobrir se o ouro veio de áreas de garimpo ilegal, inclusive dentro de terras indígenas. É um trabalho técnico, demorado, mas essencial para combater a origem do crime”, destacou Luchini. Monumento ao garimpeiro e rua do ouro: Roraima tem história de apoio a atividade ilegal, 'projeto de estado', dizem pesquisadores

PALAVRA DE VIDA – O Poder que Transforma: Os Milagres de Jesus e o Mistério da Fé

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O deputado federal Maurício Carvalho (União Brasil) confirmou a pré-candidatura de sua irmã, Mariana Carvalho, ao Senado pelo Republicanos. Com trabalho ineg...

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Paralisação na SEDAM pode travar o agronegócio em Rondônia

A possibilidade de paralisação dos servidores da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) acendeu um alerta vermelho em Rondônia e o impacto pode chegar direto ao agronegócio. Nos bastidores, cresce a insatisfação da categoria, que denuncia desigualdade salarial dentro do governo estadual.Segundo os servidores, o reajuste pedido teria baixo impacto nos cofres públicos, mas […]

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