Polícia Civil de Rondônia
Polícia Civil
A Polícia Civil de Rondônia iniciou, nesta quinta-feira (23), uma operação para desarticular uma organização criminosa responsável pela movimentação de mais de 1,5 tonelada de drogas vindas da Bolívia e distribuir para estados da região Centro-Oeste.
No centro do grupo está o investigado conhecido como “Bebê”, apontado como o principal responsável pelo fornecimento de drogas.
O objetivo da operação é cumprir 81 medidas cautelares, sendo 24 mandados de prisão preventiva e 57 mandados de busca e apreensão, em três estados: Rondônia, Goiás e no Distrito Federal.
Em Rondônia, foram cumpridos em Porto Velho, Guajará-Mirim e Vilhena. Em Goiás, a operação ocorreu em Goiânia e Aparecida de Goiânia; já no Distrito Federal, os alvos foram Brasília e Ceilândia.
Veja vídeos em alta no g1:
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Segundo a polícia, a operação tenta cortar o dinheiro do grupo. A investigação identificou o uso de “laranjas” para esconder valores ilegais. Um dos envolvidos movimentou cerca de R$ 500 mil em um ano, valor incompatível com sua renda.
As ações incluem o bloqueio de contas, a apreensão de bens e o aprofundamento das investigações sobre o patrimônio dos suspeitos.
As investigações começaram em abril de 2025 e mostraram que o grupo criminoso era bem organizado. Eles usavam caminhões com compartimentos escondidos para transportar drogas e utilizavam linhas telefônicas de outros países para dificultar possíveis investigações.
A ação faz parte da Operação Protetor das Divisas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio das polícias de Goiás e do Distrito Federal especializadas no combate às drogas.
Uma ocorrência de supostos maus-tratos mobilizou duas guarnições da Polícia Militar na noite de quarta-feira, 22 de abril, no bairro Jardim Araucária, em Vilhena. O caso, no entanto, terminou com o registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra a própria denunciante por falsa comunicação de crime. Conforme apurou a reportagem do Extra de […]
Uma noite de terror e violência foi registrada na quarta-feira, 22 de abril, no bairro Parque Industrial Novo Tempo, em Vilhena. Um casal foi preso após realizar uma série de roubos em sequência, ferir uma das vítimas com uma faca e confrontar as guarnições da Polícia Militar. Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, […]
O mês de abril é marcado por uma importante campanha de conscientização, o abril Marrom, dedicado à prevenção e aos cuidados com a saúde ocular. A iniciativa busca alertar a população sobre a importância de hábitos preventivos e do acompanhamento médico regular para evitar problemas que podem comprometer a visão. No quadro Momento da Inclusão, […]
Delegado e gerente de posto morrem após troca de tiros no sábado em Porto Velho
Três pessoas acusadas de envolvimento na morte do delegado da Polícia Civil José Valney Calixto de Oliveira foram absolvidas, na quarta-feira (22), pelo Tribunal do Júri, em Porto Velho.
Segundo apuração do g1, o próprio Ministério Público de Rondônia (MP-RO) pediu a absolvição dos réus. São eles: Edipo Teixeira Pereira, Meyson Vitoriano Auzier e Ericon Fernando Fernandes Guimaraes.
O caso aconteceu em setembro de 2021, em uma casa de eventos localizada na Estrada dos Periquitos, em Porto Velho. O delegado José Valney Calixto de Oliveira foi morto com pelo menos quatro tiros, que atingiram a cabeça e o pescoço.
A acusação sustentava que, após uma discussão, os réus teriam rendido a vítima, a agredido fisicamente e, em seguida, efetuado disparos de arma de fogo. No entanto, a defesa argumentou que não havia provas concretas de que eles, de fato, cometeram esses crimes.
Leia também:
Polícia prende suspeito de praticar crimes sexuais contra a própria neta em Rondônia
Polícia faz operação contra grupo suspeito de invadir e vender áreas em floresta protegida de RO
PF explode e afunda dragas em operação contra garimpo ilegal no rio Madeira; veja VÍDEO
Por unanimidade, o Conselho de Sentença reconheceu a falta de provas e absolveu os réus.
"A decisão reafirma um princípio essencial do processo penal: não basta uma acusação estruturada em narrativa. É indispensável a existência de prova concreta, segura e individualizada da conduta para que alguém possa ser responsabilizado criminalmente", comentou Leonado Lima, advogado de Ericon.
Segundo a defesa de Edipo e Meyson, a justiça foi feita, apesar do tempo em que os réus passaram tentando provar a própria inocência.
"Édipo, foi preso, passou quase dez meses preso por um crime que não cometeu. Família passando fome, sem possibilidade de trabalhar, com medo de uma possível revanche", relembra o advogado Clemildo Espiridiao.
Delegado Valney Calixto foi morto após troca de tiros em casa de eventos de RO
Facebook/Reprodução
Lúcio Albuquerque 69 99910 8325 O CAMINHÃO BANDEIRANTE Há nomes e causos da nossa tão jovem história que poucos os conhecem, apesar de serem tão recentes que muitos dos personagens ou os fatos estão aí, como se diz no interior amazônico, “vivinhos da silva”, como foi a base da pergunta feita domingo sobre o “Caminhão […]