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“Pessoa que gesta”: A ideologia acima da maternidade

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com a Caderneta da Brasileira da Gestante 2026 Foto: Rafael Nascimento/Ministério da Saúde
Qualquer governo legítimo e preocupado com o bem-estar do povo trata seus cidadãos com dignidade, sem coloração ideológica, principalmente as mulheres, por se tratarem da parte mais importante do extrato social; pois são elas que trazem novas vidas ao mundo: as mães.
Mas o governo de cunho socialista que aí está trata as mulheres como seres sem identidade… Em seu programa de atendimento às gestantes, ou àquelas que trarão a continuidade da nação com novas vidas, traz uma cartilha de acompanhamento da nova mãe, denominada Caderneta Brasileira da Gestante.
Esse material deveria ser a bússola da mãe, um guia a ser guardado com todo empenho pela nova mãezinha. Mas os ideólogos do regime não perderam a oportunidade de lacrar e, em vez de enfatizarem a figura da mãe, fizeram questão de, repetidas vezes, usar a expressão “pessoa que gesta”, termo inusual no trato diário, a não ser por pessoas militantes de movimentos contrários aos nossos costumes.
E olhe só: estranhamente, numa caderneta propositiva da gestação, aborda-se o tema da gravidez indesejada, oferecendo opções de interrupção da gravidez.
Finalizo pedindo a Deus que nos livre desses falsos defensores das mulheres e que voltemos a valorizar a sagrada figura da mãe, que dá vida a todos nós. E que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos sobre todas as mamães do Brasil.


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