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POESIA: JESUS NÃO ESTÁ MORTO

JESUS NÃO ESTÁ MORTO

O céu se cala diante da dor,
Deus entrega o Filho por amor,
A cruz revela o peso do pecado,
E o sangue derrama seu valor,
O preço pago rompe a culpa,
E traz ao homem o favor.
Não foram cravos que o prenderam ali,
Foi o amor que o levou até ali,
A dor expõe o plano eterno,
Que decidiu morrer por ti,
Levando toda a nossa culpa,
Para me tirar de onde caí.
A lei pesava sobre o viver,
Ninguém podia se defender,
A culpa dominava a alma,
Sem ter caminho pra vencer,
Mas Cristo assume nossa dívida,
Pra nova vida oferecer.
O corpo rasgado mostra a verdade,
Que a cruz não foi só maldade,
Mas plano eterno de redenção,
Firmado antes da humanidade,
O Filho paga o preço completo,
E devolve ao homem a liberdade.
O véu do templo então se abriu,
E o acesso ao Pai se expandiu,
O que era longe se fez caminho,
E a graça ao homem atingiu,
Agora livres da condenação,
Pelo sangue que fluiu.
O sangue fala mais alto que a lei,
Declara justo aquele que pequei,
O morto agora volta à vida,
Pelo poder do eterno Rei,
A culpa já não nos domina,
Na graça viva que alcancei.
A morte pensa ter vencido,
O corpo é posto e envolvido,
O silêncio cobre a esperança,
Como se tudo fosse perdido,
Mas o terceiro dia se aproxima,
E o plano segue garantido.
A pedra não pôde segurar,
A vida voltou a brilhar,
A morte perdeu sua força,
E o túmulo não pôde calar,
O Cristo vive para sempre,
Ele morreu para nos salvar.
Agora livres da escravidão,
Não mais presos na condenação,
A graça venceu o pecado,
E trouxe nova direção,
Agora somos salvo pela graça
Jesus nos trouxe o perdão.
Sexta-feira não foi o final,
Mas o começo do plano eternal,
O Cristo vive — ressuscitou,
E venceu todo o mal,
E hoje reina para sempre,
Como Senhor triunfal.
Moiseis Oliveira da Paixão


Fonte: Tribuna Popular

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