RIO BRANCO (AC) – Em meio a uma população envelhecida, com o silêncio da classe política e de parte dos órgãos de controle acreditados no Sul do Amazonas, os jovens bocacrenses tomaram a dianteira e decidiram botar a boca no trombone contra o que classificam de “descaso e abandono” considerado proposital o que a sua cidade estaria vivendo sob um caos desnecessário provocado, segundo eles, no curso da governança dos irmãos Frank de Barros e Gean Campos de Barros (MDB).
Povo de Boca do Acre conheceu a verdade (?) propalada pelos irmãos Frank e Gean Campos de Barros. A dupla deixou Lábrea no limpo e agora, está na berlinda.
Partiram dos jovens os primeiros vazamentos de informações por meio de fotos e vídeos sobre o estado das vias públicas no acesso ao centro e a periferia. São deles, também, entre moradores indignados com as “promessas de campanha de Frank de Barros que, logo nos primeiros 100 dias de governo, nossa cidade faria jus ao seu nome perante aos demais municípios do Purus”.
Jovens tomam a dianteira, denunciam o “estado de caos” na cidade e interior de Boca do Acre ante a”inercia e/ou omissao” dos órgãos de controle amazonenses.
Em linhas gerais, em 1,4 anos que tomou posse, o prefeito Frank de Barros, “tem obrigado a população a conviver com o caos nas vias públicas já intrafegáveis, incluindo as consequências provocadas pelas enchentes que acabaram com as plantações e deixaram mais de 80% da malha viária sem ao menos correções de pontos críticos ou drenagens no leito e laterais das vias”, afirmam interlocutores de dentro da Prefeitura.
Rua do Lago em situação deplorável. Acesso a escola BERNARDO e região continua ignorado pela Prefeitura. Apelar pra quem?
Sem tirar do papel ou mesmo cumprir 10% das promessas feitas em palanque durante a campanha escudada pelo irmão Gean Campos de Barros (ex-prefeito de Lábrea), o prefeito Frank de Barros, segundo consta nas fotografias e vídeos repassados a este portal de notícias, “a tendência da cidade de Boca do Acre é piorar daqui pra frente”, apontam moradores dos bairros Horta, centro, Piquiá e da área portuária (veja vídeos).
Nem Deus tem conseguido “amansar e/ou refrigerar o coração dos irmãos Frank e Gean Campos de Barros”. Os bocacrenses exigem cumprimento das promessas de campanha. A maioria passa fome e esta em desespero.
Desde que assumiu a Prefeitura, o prefeito Frank de Barros e o irmão, Gean Campos de Barros, prometeram “mundo e fundo à população bocacrense e transformar o ambiente em um novo tempo”, afirmam políticos oponentes e analistas. Até agora, nenhum bairro ou comunidade da periferia ou rural foi mudada ou transformada. “Continuamos a botar os pés na lama e padecendo com o caos, diariamente”, acrescentaram fontes.
Prefeitura raspou vias públicas na cidade. População taxa gestão dos irmãos “DE BARROS” de incompetente.
Boca do Acre, no interior do , a 1.042 quilômetros da Capital Manaus, é um município de porte médio, em dados abertos, apesar do alto volume de recursos transferidos pelos governos do Estado e da União, incluindo grandes quantidades de recursos advindos de emendas parlamentares dos patrocinadores deos irmãos Frank e Gean Campos de Barros (deputados Adjuto Afonso, Átila Lins e senador Eduardo Braga), tem uma lista ampla de bairros que se encontram num cenário de verdadeiro caos.
– Enfim, só a União Federal consegue “frear” as farras com dinheiro público. Em Boca do Acre, na gestão do irmão bastardo, já conta-se nos dedos possíveis desvios em vários setores. JUSF é PF neles!
Devido o aumento da tensão, na cidade e no campo, enfrentada pela população, muitas famílias que se consideram “sem oportunidades de emprego, trabalho ou sem condições de manter a própria sobrevivência na cidade onde nasceram”, estão indo embora para as capitais do Acre e Rondônia. Outras levas partem em massa para os vizinhos Bolívia e Peru, onde, segundo informações, “poderemos sobreviver”.
Os irmãos “De Barros” intencionadas dominar Lábrea e Boca do Acre. Em “BOCA” podem ressuscitar a “Era da ex-Prefeita Maria das Dores Oliveira Munhoz”.
Sem uma lista não divulgada de que Boca do Acre não vive em caos, o Prefeito Frank de Barros, segundo políticos e analistas locais, “remete a cidade, em menos de 1,4 anos, ao estado de caos vivenciado pela vizinha Lábrea governada pelo irmão, Gean Campos de Barros, por longos dezesseis anos”, aponta o consultou João Lemes Soares.
Desde o início da atual administração, as cobranças aos irmãos Frank e Gean Campos de Barros (este, nomeado pelo irmão, Secretário de Planejamento, Governo e Gestão) por melhorias na saúde, educação, saneamento, no trânsito, segurança e iluminação pública viraram rotina com a deflagração de manifestações e protestos em toda a cidade e cobranças do interior onde os agricultores, ribeirinhos e indígenas perderam as plantações (frutíferas, roças e animais domésticos).
Puxa-saco arrependido, jogou a toalha! Segundo oponentes, “ficou no rabo da fila das nomeacoes”.
Nesse período, moradores montaram barricadas nas vias de acesso crítico a cidade e na periferia dos bairros da cidade. Os levantes, na inicial das insatisfações populares, denunciaram os déficts irreparáveis na saúde (o Hospital Municipal continua operando no limite, sem as mínimas condições de funcionamento), na educação, na segurança pública e vem do interior a maior das insatisfações: “os postinhos de saúde podem fechar a qualquer momento por falta de material, medicamentos e de profissionais de saúde”.
Boca do Acre, na opinião dos moradores dos bairros Centro, Piauitinga, São Sebastião (mais conhecido como Boca da Colina ou área do Barão), República (que tende a se chamar Gean de Barros por iniciativa de um projeto de lei, ainda este ano), Placas e outros da área de expansão além das comunidades rurais, em dados e informações abertos, “nenhum foi alcançado com a devida infraestrutura anunciada, em campanha, pelos irmãos De Barros”.
Além da zona rural – ainda não assistida -, os principais bairros da cidade de Boca do Acre em destaque no suposto Plano de Desenvolvimento Socioeconômico e de Expansão Urbana para o quadriênio 2025-28, ainda não foram contemplados nos dezesseis primeiros meses do Governo Frank de Barros. “As ações vêm sendo mascaradas com raspagens de ruas e fica por isso, mesmo, piorando a situação do lameiro”, o desabafo partiu de moradores indignados.
Na área central, comercial e administrativa da cidade, os principais bairros do entorno, não deixam nada a desejar ao estado de caos, justamente, por ainda estarem nas mesmas condições do passado recente, assim como, o São Sebastião/Barão (centro histórico), Bairro da Gente, Projetado, Conquista e Cidade Alta, “nenhum recebeu drenagem ou possui rede de esgotamento fitossanitário”, diz o consultor João Lemes Soares.
No contexto urbano, nesse item, após um rápido giro pela cidade, a Reportagem constatou que inexistem redes de esgotos sanitário, doméstico e pavimentação (este sistema deveria ser implantado em 2025 via liberação de emendas de autoria do deputado Átila Lins e do senador Eduardo Braga, e do governo do Amazonas para mais de 30 quilômetros).
Dentro desse cenário negativista ficaram de fora dos planos de Frank de Barros, os bairros Piauiense (o mais populoso da cidade), São Sebastião/Barão (citados como parte do Centro Histórico) e dos que comporiam as áreas da futura expansão habitacional, atualmente, “totalmente excluídos dos programas de melhoria urbana 2025-26, que beneficiaria a população com água 100% potável, energia de qualidade e dos serviços obrigatórios aos cidadãos que mais precisam do poder público”.
“Os bairros mais afetados com o desleixo atribuído à administração Frank de Barros são os da Cidade Baixa, sujeitos a alagações periódicas e que ainda não contam com nenhum tipo de Plano de Reconstrução ou proteção prévia por parte da Prefeitura local”, denunciam moradores que fincaram estacas em ruas intrafegáveis em 2025 e com registros históricos de cheias do Rio Acre e Purus.
Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

