Homens mulçumanos (Imagem ilustrativa) Foto: Unsplash
O caso dos chamados “grooming gangs” (gangues de aliciamento sexual) na Inglaterra refere-se a uma série de crimes de exploração sexual infantil identificados em diversas cidades britânicas desde os anos 1990 e amplamente investigados a partir da década de 2010.
Em cidades como Rotherham, Rochdale, Telford e outras localidades do norte da Inglaterra, redes organizadas de exploração sexual infantil operaram com notória impunidade, enquanto autoridades locais e policiais falharam sistematicamente em proteger as vítimas. Os casos foram reabertos para investigações em 2026.
Rotherham: o caso emblemático
O relatório da professora Alexis Jay, publicado em 2014, revelou que pelo menos 1.400 crianças, majoritariamente meninas brancas, foram vítimas de exploração sexual em Rotherham entre 1997 e 2013.
O caso de Rotherham foi descrito pela investigadora Angie Heal como o “maior escândalo de proteção infantil na história do Reino Unido”.
Perfil religioso-étnico dos agressores
Uma análise acadêmica de 2020, que revisou processos judiciais entre 1997 e 2017, identificou que 83% dos 498 acusados tinham nomes de origem muçulmana, com estupradores de origem paquistanesa, bangladeshiana, iraquiana, iraniana, indiana, síria e turca, somaliana, além de britânicos.
O relatório do parlamentar Rupert Lowe, de 2026, afirma que a “esmagadora maioria” das redes de exploração sexual era composta por homens muçulmanos.
Embora o perfil étnico dos agressores — de várias nacionalidades — seja um fato documentado, o papel da religião como fator motivacional permanece em debate.
Relatos de vítimas indicam que:
• Algumas meninas eram chamadas de “lixo branco” ou “kuffar” (termo árabe para “descrentes”).
• Em certos casos, vítimas foram forçadas a se casar sob a lei islâmica (sharia).
• Uma vítima de Rotherham testemunhou que seus estupradores “acreditavam ter uma posição de superioridade moral religiosa sobre os ‘descrentes’”.
As falhas institucionais
Uma das conclusões mais perturbadoras dos inquéritos foi a constatação de que profissionais de proteção infantil e policiais evitaram agir por receio de serem acusados de racismo, dado o perfil majoritário (imigrantes e muçulmanos) dos agressores.
O jornalista Andrew Norfolk, do The Times, que expôs o escândalo, descreveu este fenômeno como uma “conspiração do silêncio”.
A reabertura dos casos em 2026
A reabertura dos casos em 2026, com a Operação Beaconport e o Inquérito Estatutário Independente, representa um esforço das autoridades britânicas para enfrentar as falhas do passado e garantir que a identidade étnica e religiosa dos perpetradores não sirva como obstáculo à justiça.
O novo inquérito tem, explicitamente, o mandato de investigar o papel da religião e da cultura — um aspecto que inquéritos anteriores evitaram abordar, frequentemente por receio de acusações de preconceito.
Em suma, os progressistas britânicos imersos na agenda globalista ajoelharam-se à islamização do país, sob o recorde do maior influxo migratório da história. Um governo que idolatrou pautas identitárias agora sofre as consequências sem precedentes.

