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NA TENTATIVA DE QUERER DESVIAR A ATENÇÃO DE DENÚNCIAS, CEO DA ASSOCIAÇÃO INSTITUTO PICANÇO AMEAÇA “PROCESSAR” DEUS E O MUNDO

BRASÍLIA (DF) – Após percorrer os estados da Amazônia Ocidental Brasileira, a Reportagem atuou diretamente em levantamentos sobre a suposta vida luxuosa e perfil envolvendo que levaria a polêmica CEO da Associação Instituto PICANÇO (ainda em lugar incerto e não sabido), Cristiana de Souza PICANÇO, desde 2021, promete realizar o sonho da casa própria de cerca 200 mil famílias só no Amazonas, estado do Norte do Brasil.

PICANÇO é processada por cometimento de crime de agressão e ameaça. Na Justiça do Distrito Federal (DF)
A promessa – já tantas vezes denunciada às autoridades policiais, do Judiciário e a outros órgãos de controle no Brasil – continua sendo repetida por ela em transmissões de lives em canal próprio no Youtube, redes sociais e em outras plataformas digitais sem, o entanto,  os presidentes de Organizações Não-Governamentais (ONGs) serem ressarcidos pelo investimento que teriam feito durante a assinatura de contratos com o referido Instituto sediado no Amazonas e supostamente, com matriz em Brasília (DF).
https://www.tudoamazonia.com.br/uploads/arquivos/2026/06/doc7-1.pdf
Picanço tem um processo por fraude.  A CEO, também, foi acionada na Justiça do Amazonas, por suspeita de fraude.
Com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs presidida pelo Senador Plínio Valério (PSDB-AM), talvez, pela exiguidade do tempo e as peculiaridades apresentadas pelo Brasil geográfico que se apresenta no Planeta, “diversas organizações com algum problema gravíssimo não foram alcançadas pelas garras e mãos pesadas dos membros da Comissão” – o trabalho final, ainda assim, foi considerado satisfatório considerando-se as adversidades encontradas pelo  caminho trilhado, notadamente, pelo senador amazonense.

 Desde 2021-26, esse  anúncio é divulgado “sem cerimônia e maneira espalhafatosa”; como os R$ 16 bilhões e 700 milhões em transferências estrangeiras direto aos cofres do AIP. Nenhum $0,01 de Dólar caiu nos cofres da suposta construtora contratada para construir entre 200 a 200 mil casas às famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoal.
Segundo o consultor jurídico João Lemes Soares, acreditado no estado de São Paulo (SP) e há anos atuando na Amazônia, “basta uma suspeita de desvio de finalidade para que uma Organização Não-Governamental que receba recursos público ou transferências externas para vir a ser investigada, ora pelo Ministério Público Federal (MPF), ora pela Polícia Federal (PF), caso um juiz os autorize”.

A CEO é re em ao menos 12 processos no TJAM/TRE e em litígios com entidades associados e ex-funcionarios que recorreram ao Judiciário Trabalhista (4a e 7a Varas do TRT-AM da 11a  REGIÃO.
O Ministério Público Federal (MPF) pode investigar ONGs (Organizações Não Governamentais, ONG) sempre que houver suspeitas de irregularidades envolvendo verbas públicas federais, interesses difusos/coletivos de abrangência nacional e/ou impactos em bens e direitos da União. A Corte Ministerial atua diretamente para proteger o patrimônio público, o meio ambiente, os direitos indígenas e garantir a ordem jurídica.
As principais situações que motivam a investigação incluem uso de dinheiro público: Desvio ou má aplicação de recursos, repasses e convênios recebidos de órgãos ou ministérios do Governo Federal; danos a bens da União: Atuação de ONGs em áreas de preservação ambiental federais, terras indígenas ou patrimônio histórico que resulte em degradação ou descumprimento de leis.

 Associados buscam saber o endereço correto do Instituto PICANÇO, se na ASA SUL em Brasília, ou nos fundos do prédio de uma clínica no logradouro de alto padrão, do VIEIRA ALVES, na Capital Manaus.
Também atua na defesa dos Direitos Humanos e Coletivos: Violações de direitos fundamentais protegidos por legislações federais e tratados internacionais. Segundo juristas do meio independente, “se provocado, poderá fazer uso de outras ferramentas de investigação através de “Notícias de Fato”.
Para apurar essas denúncias, “o MPF pode utilizar procedimentos extrajudiciais próprios, como Procedimento Preparatório, quando há indícios razoáveis, mas é necessário aprofundar os dados”. Nesses casos, diz o consultor jurídico João Lemes Soares, “por instrumento formal e aprofundado para apurar danos à sociedade” com acompanhamento do cumprimento de obrigações e leis vigentes no Brasil, assim como, se obrigar a recorrer à Polícia Federal (PF),  Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Conselho de Controle de atividadess Financeiras (COAF)- quando se tratar de atividades suspeitas no sistema financeiro.

 Contrato firmado entre o Instituto PICANÇO e a Associação Amazonenses de Municípios (AAM) virou uma grande polêmica. 62 municípios, também, embarcaram no “sonho da casa própria e em acordos de cooperação tecnica”. Todos querem saber dos bilhões e milhões das remessas em Dólares e Euros anunciados pela manapuruense Cristiana de Souza PICANCO. Cadê o dinheiro que estava na C/C do Instituto, numa Agência do Banco do Brasil, em Manaus?

Incluindo movimentação bancária de capitais sob suspeita de lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito, associação tráfico de drogas, formação de quadrilha e/ou em transferências de dinheiro internacional a pessoas físicas ou jurídicas, como empresas e Organizações Não-Governamentais, ONGs, acrescentou o consultor.

ROSENAY CORREA, para presidente de Associação, fez um dos anúncios da suposta área onde as casas começariam a ser construidas. O negócio “pifou”. O proprietário foi confrontado com a falta de dinheiro no caixa do Instituto. Novas áreas continuam sendo tentadas. E nada!
Isso acontecia em transferência atribuída a brasileiros e/ou empresas internacionais que permitiam a entrada de recursos estrangeiros convertidos em Reais e vice-versa (em moedas estrangeiras, Rúpia Indiana, Euro, Dólar e outras). Agora essas remerssas de dinheiro internacional, tanto por brasileiro, quanto estrangeiro, “são reguladas pelo Banco Central, o BC do Brasil”.
SANTO DESCONFIOU! – Foi o que aconteceu com a Organização Não Governamental (ONG) idealizada na cidade de Manacapuru, na mesorregião amazonense do Solimões e desde 2021 se propondo a realizar o sonho da casa própria às famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoal da cidade de Manaus e interior da Amazônia.

 Em um dos seus trabalhos jurídicos e de orientação organizacional ao Instituto, essa advogada preferiu deixar o serviço. A reportagem tenta localiza-se para que “não esconda nada e conte tudo o que sabe sobre essa jnstituicao”. Doutorado, a Senhora importa, sim!
No afã de angariar empresas sociais (associações, cooperativas e aldeias indígenas) para reforçar e fortalecer o seu principal projeto socio humanitário no Brasil, a autointitulada CEO Cristiana de Souza PICANÇO, “em sessão de gala, ao lado de diversidades civis organizadas, o depósito em uma de suas contas cerca de R$ R$ 16.700.000,000 (Dezesseis Bilhões e Setecentos Milhões de Reais) convertidos de Euro para a construção de cerca de 100 a 200 mil casas financiadas por investidores internacionais como parte do “Projeto Humanitário PICANÇO (veja imagem).

Palavras, palavras, nada mais nada MAIS que palavras. Vida que segue, impune?

De 2021 a 2026, segundo ex-funcionários do Instituto em questão que processam a referida CEO signatária oficial do próprio projeto humanitário (?), “nenhum centavo de Euro, Rúpia Indiana, Dólar ou de Real caiu na conta que ela expõe em reuniões, encontros e rodadas de negócios que ela diz promover em nome de investidores estrangeiros, como resultados de investimentos mantidos através de supostos fundos soberanos tomados em países, entre os quais, destacam-se Índia, Estados Unidos, Austrália, Canadá e dos Países Baixos” (Bélgica, Holanda e Luxemburgo).
Ao contrário dos anúncios que faz, por meio de lives, vídeos e mensagens por Whatsapp e outras plataformas digitais das quais faz uso periódico, Cristiana de Souza PICANÇO, segundo ex-funcionários com reclamatórias trabalhistas que tramitariam na 4ª e 7ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (11º Região) e na Justiça Comum (ela já foi condenada por agressão e ameaça), “teria evitado ser localizada por Oficiais de Justiça” (veja imagem).

Das reuniões, mansas e pacíficas, o convencimento de comunitários a adesão dos projetos do “AIP” ainda não convenceram por não terem se tornado realidade… R$ 16 bilhões  e 700 milhões nenhum investidor ianque daria de graça, não!! Então, a sugestão é que o MPF, PF, CGU e COAF entrem em campo para se certificarem a origem dessa “bolada biliardaria”.
Pesam, ainda, sobre o Instituto PICANÇO dúvidas sobre a procedências dos R$ 16.7000.000) destinados ao “Projeto Habitacional da Casa Própria”. Em meio a polêmicas, em 2025, como em anos anteriores, através do seu Canal no Youtube, o Instituto reiterou o recebimento desses valores com a condicionante de que “falta pouco para o desembaraçar os trâmites legais para que aconteça a liberação desses valores”. (veja imagem).
Usando como suporte para angariar credibilidade junto às autoridades brasileiras e assim “aumentar o quantitativo de entidades que foram contratadas, pessoalmente, por Cristiana de Souza PICANÇO (veja imagem). Afora associações de moradores e indígenas da Amazônia, também embarcaram no projeto, 62 municípios do Amazonas com aval da Associação Amazonense de Municípios (AAM).
Na contrapartida, no ato da assinatura dos acordos de cooperação e desenvolvimento projetos de desenvolvimento humano, o Instituto estar obrigado a cumprir os acordos diversos em habitação, ambiental,  sustentabilidade sócio-econômica, incluindo imóveis previstos no Projeto da Casa Própria e acordos de cooperação técnica”. Em caso de destrato, os signatários elegeram o Fórum da Comarca do município de Manaus (Veja Docs).  
As denúncias dando conta de supostas irregularidades e destrato com entidades associadas e municípios amazonenses, começaram a partir de reclamatórias trabalhistas de autoria de ex-funcionários com salários atrasados e de outros que tiveram o nome e documentos usados para suposta tomada de empréstimos. Nesse rol, próprio de crônica policial, “uma advogada teria perdido o carro para um agiota”, segundo fonte da Capital Federal.
A partir dos processos que tramitaram no Judiciário Trabalhista e outros em andamento no Tribunal de Justiça do Amazonas, novas denúncias começaram a “explodir na imprensa da Amazônia”. O fio da “meada” foi achado pela diretiva da Associação de Moradores da populosa comunidade da Vila Marinho, localizada no bairro Compensa, situado na Zona Oeste da Capital Manaus.
Segundo ex-colaboradores que abrigaram a equipe de Cristiana De Souza PICANÇO, aqui, em Brasília, em épocas de dificuldades para a implantação da sede nacional do Instituto, “ela boa de papo, entre alguns erros de dicção, concordância e grafia, mesmo não conseguindo completar um raciocínio lógico, usaria o seu poder de mulher na tentativa de emplacar esse Modus Operandi para convencer grupos e pessoas”.
O desabafo é atribuído à uma ex-colaboradora que teria testemunhado a assinatura de um contrato do imóvel onde a CEO do Instituto PICANÇO teria instalado, finalmente, a sede nacional da instituição. Porém, “o sonho acabou antes da hora, justamente, por falta de pagamento do aluguel do imóvel e a cobrança imediata da dívida por parte do proprietário do imóvel )Veja Doc).
MEDO DA MÍDIA – Desde 2021, um momento considerado inoportuno para a caminhada de Cristiana de Souza PICANÇO, nascida na cidade de Manacapuru, por ter sofrido representação junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), a Reportagem tenta confirmar endereço do Instituto em Manaus (AM), em Belém (PA) e/ou em Brasília para ela se manifeste nas ações judiciais que enfrenta no Judiciário Trabalhista e na Justiça do Amazonas.
Instada, a suposta Secretária Executiva do Instituto, Rosenay Correa Barros, á época, em ligações e mensagens de Whatsapp “não atende, faz ouvidos de mercadora e não retorna as ligações com a notícia do endereço onde a patroa pode ser encontrada e atende no local onde serve de base para o seu canal no Youtube”.
Como em toda reportagem, esse meio de veiculação tem disponibilizado seu contato oficial para que a CEO do Instituto PICANÇO – que preside – seja encontrada e que possa ocupar o espaço reservado, desde 2018-2026, para suas manifestações pessoais e sobre de relevância que a tem incomodado tanto nas áreas Cível, Administrativa e Penal (Veja Doc). O entanto, pessoas próximas à ela, possivelmente, indignada com algo que tenham sofrido, não param de entregar informações e documentos sobre o dia a dia da entidade que preside.

Apesar de que o Judiciário ter declarado, por certo, que ela ainda se encontraria em lugar incerto e não sabido, revelaram parte de um grupo de credores com ações de cobranças de serviços não pagos pelo Instituto PICANÇO.


Fonte: TUDO AMAZÒNIA – Sua fonte de notícias na cidade de Cacoal-RO

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