Com mais de 200 leitos previstos, o Hospital Municipal de Porto Velho deverá atuar diretamente na redução da fila da regulação do Sistema Único de Saúde (SUS...
Operação da PCRO em Extrema
Reprodução Redes Sociais
Cinco pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Civil realizada na última sexta-feira (29), no distrito de Extrema, em Porto Velho(RO). A ação faz parte de uma investigação que apura a morte de um homem, ocorrida em janeiro deste ano, em um estabelecimento da região. A polícia descobriu que a vítima morreu por engano, após ser confundida com o verdadeiro alvo do crime.
Durante a operação, os policiais cumpriram sete mandados de busca e apreensão domiciliar. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos teriam participado em diferentes etapas da execução do crime.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça
As investigações apontam indícios de planejamento prévio e atuação coordenada entre os envolvidos. Entre as possíveis participações estão apoio logístico aos executores, ocultação do veículo utilizado no crime, planejamento da fuga e até intimidação de testemunhas e familiares da vítima.
LEIA TAMBÉM:
Justiça Federal rejeita ação de ex-senador e mantém multa de R$ 7,5 milhões por desmatamento em RO
Ex-delegado é condenado a 45 anos de prisão por homicídio em Rondônia
A suspeita é de que os autores pretendiam atingir outra pessoa, mas acabaram executando alguém que não era o alvo inicial.
AGORA NO G1:
Agora no g1
Os cinco presos foram levados para unidades policiais, onde passaram pelos procedimentos legais, e posteriormente encaminhados ao sistema prisional. Eles permanecem à disposição da Justiça.
A operação contou com equipes de Extrema, Guajará-Mirim, Nova Mamoré e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). O caso segue sob investigação.
Área da Resex Jaci-Paraná, em Porto Velho
Marcio Isensee e Sá/Oeco
Tadeu Goes Aragão, ex-delegado da Polícia Civil de Rondônia, foi condenado a 45 anos de prisão por homicídio e tentativa de assassinato. Segundo a acusação, ele ocupava uma área dentro da Reserva Extrativista (Resex) Jaci-Paraná e precisava atravessar a propriedade das vítimas para chegar ao local. A construção de uma porteira que restringia sua passagem teria motivado o crime.
As vítimas eram três irmãos e o filho de um deles, à época ainda adolescente. Um dos sobreviventes relatou à Polícia Civil que a porteira foi construída para impedir a entrada de invasores na Resex, área de proteção ambiental localizada em Porto Velho.
A denúncia feita pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO) aponta que, no dia do crime, o ex-delegado trocou as placas de seu veículo para passar por um radar da Polícia Rodoviária Federal.
Ele foi até o local, parou antes da porteira e conversou com as vítimas. Os relatos das testemunhas deixam claro que não houve discussão. Um dos irmãos, inclusive, chegou a dizer que abriria a porteira para que Tadeu Goes Aragão pudesse passar. No entanto, o réu sacou a arma e começou a atirar.
Agora no g1:
Agora no g1
Vanderlei Brandão morreu ainda no local. As outras três vítimas foram atingidas com disparos, mas conseguiram fugir. Segundo o MP-RO, o mais jovem, que hoje tem 19 anos, ficou com sequelas permanentes da tentativa de homicídio.
Na época do crime, Tadeu Goes Aragão era titular da Delegacia de Polícia de Alto Paraíso. Ele foi investigado internamente pela corporação e perdeu o cargo. O ex-delegado foi preso em outubro de 2022 e não recebeu o direito de recorrer em liberdade.
Ao g1, a defesa do réu informou que deve recorrer da decisão.
Informações encaminhadas por um organismo internacional deram origem à investigação que levou a Polícia Federal a deflagrar, neste domingo (31), a Operação L...
O caso é considerado uma das maiores investigações financeiras já conduzidas contra o crime organizado na Amazônia e pode atingir diretamente o núcleo econômico do Comando Vermelho na região Norte do país.
Desmatamento na Amazônia
- Foto: Polícia Militar Ambiental/Rondônia
A 5ª Vara Federal Ambiental e Agrária da Seção Judiciária de Rondônia rejeitou uma ação apresentada pelo ex-senador e fazendeiro Ernandes Amorim, que buscava anular uma multa ambiental de mais de R$ 7,5 milhões aplicada por desmatamento ilegal na Amazônia.
Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), o caso teve início em 2007, após fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) identificarem o desmatamento de aproximadamente 34 hectares de floresta nativa em uma área que inclui parte da Reserva Extrativista Rio Preto-Jacundá, uma área de proteção em Rondônia.
📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça
🔎Reservas Extrativistas (Resex) têm restrições severas contra o desmatamento porque foram criadas para proteger a floresta e garantir o modo de vida das comunidades tradicionais.
Após a autuação, foi instaurado um processo administrativo para apurar a infração ambiental. A tramitação se estendeu por anos e foi concluída em 2017. Com o encerramento do procedimento, a multa foi inscrita em dívida ativa da União.
AGORA NO G1:
Agora no g1
Dois anos depois, em março de 2019, a cobrança passou a ser discutida judicialmente por meio de uma execução fiscal movida pela União, com débito superior a R$ 7 milhões.
De acordo com a AGU, somente em dezembro de 2025 o ex-senador ingressou com ação para tentar invalidar a multa e questionar a cobrança. Ao analisar o caso, a Justiça concluiu que o prazo legal para esse tipo de contestação já havia expirado.
LEIA TAMBÉM:
Juiz de RO identifica comandos ocultos para manipular IA em processo e pede investigação de advogados
Rondônia Rural Show movimentou R$ 4,5 bilhões em negócios em 2026
Na sentença, o magistrado ressaltou que o limite temporal para discutir a legalidade de atos administrativos deve ser respeitado tanto pelo poder público quanto pelos cidadãos. Segundo a decisão, admitir a revisão do caso fora do prazo comprometeria a estabilidade das relações jurídicas.
A AGU também informou que apresentou documentos produzidos durante a investigação ambiental, como imagens de satélite, relatórios técnicos e depoimentos, que embasaram a responsabilização do ex-senador pelo desmatamento apontado pelo Ibama.
A cobrança da multa segue válida e continua sendo discutida no âmbito da execução fiscal já em andamento.
O que diz a defesa?
A defesa do ex-senador Ernandes Amorim afirma que a sentença que manteve a multa ambiental não reconheceu sua responsabilidade pela infração e deixou de analisar pontos centrais do processo. Os advogados sustentam que não existem provas individualizadas capazes de comprovar a autoria da conduta atribuída ao réu.
Segundo a defesa, houve prescrição durante o processo administrativo — ou seja, o prazo legal teria expirado sem conclusão da análise. Nesse cenário, toda a multa perderia validade, assim como a inscrição em dívida ativa e o documento que embasa a cobrança judicial.
Diante disso, foi interposto recurso de apelação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, pedindo o reexame integral da matéria. A defesa reforça que ainda não há decisão definitiva sobre a responsabilidade de Amorim e mantém confiança de que o tribunal apreciará todas as teses jurídicas apresentadas.
A China suspendeu por tempo indeterminado as importações de carne bovina de mais uma unidade frigorífica brasileira. A planta da JBS localizada em Vilhena (RO) foi embargada pela identificação de progesterona em cargas exportadas pela unidade para o mercado chinês. O comunicado foi enviado às autoridades brasileiras em Pequim no dia 26 de maio pela […]
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que em dois ou três anos não será mais necessário aos contribuintes brasileiros fazer a declaração do Imposto de Renda. A novidade, caso se confirme, se deve às mudanças que vêm sendo implementadas pelo governo federal, no sentido de automatizar procedimentos.Em março, Durigan já havia acenado com essa […]