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Política

Adolescente reincidente é apreendido com bicicleta elétrica furtada em Vilhena

A Polícia Militar, por meio da Patrulha Reforço, realizou a apreensão de um adolescente por furto, em Vilhena. O jovem, já conhecido no meio policial por envolvimento em furtos de motocicletas e bicicletas elétricas, foi flagrado com um veículo furtado há apenas dois dias. Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, os militares realizavam […]

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HERÓDOTO ESTAVA CERTO (II) – Paulo Leal – Saldo não foi só a BR-364

Lúcio Albuquerque 69 99910 8325 Ele governou o Território Federal duas vezes – foi o 8º, de setembro de 1954 a fevereiro de 1955, saindo do cargo faltando dias para completar sete meses. Da segunda vez, sendo o 16º a ocupar o governo, ficou de novembro de 1958 a março de 1961, pouco mais de […]

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Veto da União Europeia pode afetar exportação de carne em Rondônia? Entenda


Produtores e governo tentam reverter veto europeu à carne brasileira Uma decisão publicada na terça-feira (12) repercutiu no setor pecuário brasileiro. A União Europeia anunciou o veto às importações de carne bovina do Brasil, medida que passa a valer a partir de setembro de 2026. Mas, apesar do impacto nacional, Rondônia deve ficar fora da lista de estados afetados. O motivo é simples: o estado atualmente não possui autorização para exportar carne bovina aos países europeus. 🔍 A decisão da União Europeia retirou o Brasil da relação de países autorizados a vender produtos de origem animal, incluindo carnes, para o bloco econômico. Mesmo sem acesso ao mercado europeu, Rondônia ocupa posição de destaque no agronegócio nacional. O estado tem o 6º maior rebanho bovino do Brasil e também aparece como o 6º maior exportador de carne bovina do país. Segundo a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron), são cerca de 17 milhões de cabeças de gado. Hoje, a produção rondoniense abastece mercados como China, Rússia e Hong Kong. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, como Rondônia não exporta carne para a União Europeia, a medida não deve causar impactos diretos ao estado. LEIA TAMBÉM: Brasil vai enviar informações para UE para resolver veto à carne, diz Ministério Por que o STF esteve pessoalmente em reserva extrativista da Amazônia? Entenda Qual o impacto para o Brasil? A decisão da UE não tem um impacto imediato, pois entra em vigor em 3 de setembro. No momento não há qualquer proibição em vigor, e o Brasil continua exportando carne e outros produtos de origem animal para a UE. Se não for revertida até a data limite, a decisão significaria uma perda anual de cerca de 1,8 bilhão de dólares para os exportadores brasileiros, segundo números do Ministério da Agricultura. Isso não significa que haveria uma queda no preço das carnes para os brasileiros, pois os exportadores podem redirecionar a carne destinada à exportação para um outro país – a UE não é nem de longe o principal destino. Além da carne bovina, o principal produto de origem animal que o Brasil exporta para a UE, a medida pode afetar exportações de aves, ovos, mel, peixes, equinos e produtos derivados de origem animal. Dá para reverter? Sim, para voltar à lista de países autorizados a exportar para a UE, "o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados", afirmou uma porta-voz da Comissão Europeia à agência de notícias Lusa. "Assim que a conformidade for demonstrada, a UE poderá autorizar ou retomar as exportações", disse. Ela acrescentou que a Comissão Europeia tem colaborado estreitamente com as autoridades brasileiras sobre essa questão. O Brasil tem dois caminhos para reverter a situação: ampliar as restrições legais aos medicamentos restantes ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam essas substâncias. A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos. A ABPA comunicou que o Brasil já cumpre todos os requisitos da União Europeia, inclusive os sobre antimicrobianos, e que vai demonstrar isso às autoridades sanitárias europeias. Já a Abiec afirmou que a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios dos principais mercados internacionais, "com rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”. Carne bovina (imagem ilustrativa) Tiago Ghizoni/ NSC /Arquivo

DAVID ALMEIDA EXORTA ELEITORES DE LÁBREA A ELEGER O FILHO DA TERRA JOÃO ROBERTO (AVANTE) A DEPUTADO ESTADUAL

PARA O MUNICÍPIO CRESCER E TER REPRESENTATIVIDADE NA ALEAM

Deputado Alex Redano recebe secretário de Saúde e autoridades para tratar de caso de recém-nascido prematuro

O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Alex Redano (Republicanos), recebeu na presidência da Casa o secretário de Estado da Saúde, juntamente com representantes do Governo do Estado e da área técnica da saúde, para tratar do caso de um recém-nascido prematuro extremo que veio a óbito após complicações clínicas relacionadas à prematuridade. De acordo […]

Ministério Público fiscaliza uso de celulares em escolas públicas e privadas de RO


Um em cada seis estudantes ainda usa celular na sala de aula mesmo após proibição O Ministério Público de Rondônia (MPRO) iniciou, nesta semana, uma fiscalização para verificar se escolas públicas e particulares de Porto Velho estão cumprindo a lei que proíbe o uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos pelos alunos durante as aulas, recreios e intervalos. 🔍 A Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025, vale para toda a educação básica e foi criada para proteger a saúde mental, física e emocional de crianças e adolescentes. O MP-RO abriu investigações separadas para cada rede de ensino. Nas escolas estaduais, o órgão também apura uma denúncia sobre vídeos gravados dentro das escolas e publicados em redes sociais, como TikTok, sem finalidade pedagógica ou institucional. Há ainda suspeita de uso indevido de imagens de alunos. Outra denúncia envolve uma estudante que teria sido impedida de usar o celular em uma situação relacionada à saúde, enquanto outros alunos teriam recebido autorização para usar o aparelho em casos sem justificativa. O MP pediu que a situação seja investigada e que possíveis erros sejam identificados. LEIA TAMBÉM: Bombeira morre após acidente entre moto e carro na BR-364 em RO Adolescente morre após bater moto em caminhão em Rondônia Pescador encontra animal 'misterioso' em árvore e descobre espécie 'mestre da camuflagem' na Amazônia A Promotoria também solicitou informações detalhadas das escolas, como regras internas, formas de fiscalização e medidas adotadas em casos de descumprimento da lei. Nas redes municipal e estadual, as escolas terão 20 dias para enviar relatórios ao MP-RO. Já nas escolas particulares, primeiro as instituições deverão informar quais medidas adotaram para cumprir a lei. Depois, os conselhos de educação enviarão relatórios com dados de cada escola. Segundo o MPRO, o objetivo é acompanhar como a regra está sendo aplicada na prática e evitar falhas no controle do uso de celulares dentro das escolas. Em nota, a Prefeitura de Porto Velho informou que não há registros de descumprimento da lei federal nas escolas da rede municipal. Segundo o município, o uso de celulares já não fazia parte da rotina escolar antes da legislação, principalmente por causa da faixa etária dos estudantes. A prefeitura afirmou ainda que equipes gestoras e pedagógicas seguem orientações para garantir o cumprimento da norma e conscientizar os alunos sobre o uso adequado de aparelhos eletrônicos no ambiente escolar. O g1 também entrou em contato com o Governo de Rondônia, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. MPRO apura cumprimento da lei que proibe uso de celulares nas escolas de Porto Velho Ministério Público de Rondônia

Assista ao JRO2 desta quarta-feira, 13


Assista ao JRO2 desta quarta-feira, 13

Professora de jovem que morreu com suspeita de meningite é o segundo caso investigado em RO


Dois casos suspeitos de meningite acendem alerta na saúde em Rolim de Moura O segundo caso suspeito de meningite em Rolim de Moura (RO) segue em investigação. A paciente é professora de Eduardo Nascimento, de 15 anos, adolescente que morreu na última segunda-feira (13), em um hospital de Ji-Paraná (RO), também com suspeita da doença. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Cacoal(RO), há relação epidemiológica entre os dois casos, já que ambos tiveram contato próximo. A professora, que atua na Escola Carlos Drummond de Andrade, em Rolim de Moura(RO), está internada no Hospital Regional de Cacoal (Heuro). Segundo a secretaria, o quadro de saúde dela é estável, e o caso será concluído após a confirmação do diagnóstico. A secretaria informou ainda que há suspeita inicial de meningite bacteriana. No entanto, o tipo da doença ainda não foi confirmado, pois os resultados dos exames seguem pendentes. A previsão era que o laudo do exame saísse nesta quarta-feira (13), mas até o momento o resultado ainda não foi liberado. LEIA TAMBÉM: Por que o STF esteve pessoalmente em reserva extrativista da Amazônia? Entenda Repórter agredido ao vivo presta depoimento em delegacia em RO: 'Se não acontecer nada, vai dar brecha' Mulher é presa suspeita de agredir filha que se recusou a faltar à escola para cuidar da irmã em Porto Velho Meningite: o que é e o que fazer para se proteger As meninges são as membranas que envolvem todo o sistema nervoso central. A meningite ocorre quando há alguma inflamação desse revestimento, causado por micro-organismos, alergias a medicamentos, câncer e outros agentes. A meningite tem uma alta taxa de mortalidade e sequelas, como surdez, perda dos movimentos e danos ao sistema nervoso. As crianças são a faixa etária mais atingida, e os pacientes devem ter um acompanhamento por pelo menos 6 meses depois da doença. Meningite meningocócica A meningite pode ser causada por várias bactérias, mas as principais são: meningococo e pneumococo. A meningite meningocócica em específico é causada pelos meningococos Neisseria meningitidis e pode afetar pessoas de qualquer idade. O que causa a doença? A doença pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas, segundo o Ministério da Saúde. Segundo a pasta, as meningites virais e bacterianas são as mais importantes para a saúde pública, devido a magnitude de sua ocorrência e o potencial de produzir surtos. O ministério ressalta ainda que a ocorrência das meningites bacterianas é mais comum no outono-inverno e das virais na primavera-verão. O sexo masculino também é o mais acometido pela doença. Quais são as formas de prevenção? Existem imunizantes no sistema público de saúde que protegem contra a doença. As vacinas disponíveis no calendário de vacinação do Programa Nacional de Imunização são: Vacina meningocócica (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C. Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite. Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B. Como é o tratamento da meningite? O tratamento depende do agente causador da infecção. A meningite viral não tem tratamento específico e, como outras viroses, resolve-se por conta própria. Os medicamentos só podem tratar os sintomas, como dor e febre, explica o Ministério da Saúde. Já as meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas imediatamente, em ambiente hospitalar, com administração de antibióticos. Neisseria meningitidis, a bactéria que causa a meningite meningocócica. Wikimedia

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